E agora Obama?
É este o sentimento de milhões de americanos
e não-americanos.Os EUA quiseram a diferença,
ganharam um presidente, perdem um líder.
Politicamente os EUA ficam mais fracos.
Barak Obama, vai ter uma série de problemas urgentes
para resolver, será Obama capaz para o cargo de
Presidente? Será que Obama vai acabar o mandato?
Terrorismo, será Obama capaz de resolver os problemas
como: o combate ao terrorismo, a guerra no Iraque,
a questão do Afeganistão?
A ameaça nuclear, sob o regime dos ayatollahs que
continuam a enriquecer urânio a um ritmo acelerado,
Obama deverá confrontar-se com uma decisão muito seria:
ou aceita o irão com armas nucleares, ou opta pela
acção militar.
Energia e ambiente, os Estados Unidos são o maior
poluidor mundial, consomem mais de 20 milhões de
barris de petróleo por dia. Doze milhões dos quais
são importados. Isto significa que num ano Washington
gasta 475 mil milhões de dólares do seu orçamento
só em combustível, muito do qual é comprado a países
que a Administração Americana classifica de suspeita.
Multilateralismo, a 12 de Setembro todo se dizia
americano, uma unanimidade que os atentados de 11
de Setembro criaram, mas, a que fotografias de
militares Americanos a humilhar prisioneiros em
Abu Ghraib e relatos de tortura em Guantamo, e a
guerra do Iraque puseram fim, depois do
unilateralismo de Bush, Obama tem como tarefa
recuperar a imagem e credibilidade dos EUA.
Economia, quando Bush tomou posse em Janeiro
de 2001, a economia Americana estava a
crescer, 3% ao ano e a divida nacional era de
6 biliões de dólares, hoje, ascende a 10 biliões,
e a economia esta ameaçada de recessão pela grave
crise que esta a afectar o sistema financeiro
mundial e já obrigou a Administração de Bush a
criar um plano de 700 milhões de dólares para
salvar os bancos da falência.
Segurança social, os EUA são o único país rico
e desenvolvido que não tem saúde gratuita e
universal para todos os seus cidadãos, 47 milhões
de Americanos não tem seguro de saúde o que
representa 16% da população. São estes os problemas
mais emergentes que os Americanos e nós desejamos
ver solucionados.
E agora Obama?
Montag, November 10, 2008
Dienstag, November 04, 2008
PORQUE VENCEU McCAIN?
As elições estão ao rubro nos EUA.
A base republicana está motivada para ir às
urnas,Sarah Palin teve esse efeito. Mas Mccain
vencenos estados tradicionalmente republicanos,
e que apesar de tenderem para a direita, estes
eleitores indecisos não fazem parte da ala
conservadora. Mccain fez duas coisas nestes estados:
Reforçou a mensagem sobre a segurança nacional e a
retórica económica baseou-se no ataque a Obama
relativamente à subida de impostos e ao big governement
que defende.Até ao momento, Mccain cometeu dois erros
nesta campanha: Não conseguiu desligar-se da Administração
Bush de forma clara; e partir do momento em que conquistou
a base conservadora com Sarah Palin, deveria ter-se
deslocado para o centro político. O que nem sempre fez.
McCain apontou que Obama votou contra o reforço das
tropas americanas no Iraque, além de ressaltar a
vontade do Democrata de debater com líderes mundiais
aliados declarados do terror. McCain foi firme ao
dizer que a guerra tem de terminar, mas especificou
que o seu plano implica a vitória no conflito,
diferente do que defende Obama. Obama perdeu
pontos importantes ao fazer afirmações pouco
patrióticas, como: "nossos soldados foram lançar
bombas sobre inocentes". Os americanos têm uma
cultura patriótica e militar muito arraigada,
razão por que é sempre temerário escarnecer do
exército. Obama foi mais além. Segundo o Democrata
os Estados Unidos "invadiram um país que não
tinha nada a ver com o 11 de Set. McCain,
aproveitando a sua experiência militar, soube
criar um clima ainda mais hostil para o rival
ao responder àquelas frases com tiradas do género:
"os nossos militares foram para o outro lado
do mundo lutar pelas nossas liberdades e pela
liberdade de todo o mundo democrático."
É exactamente o discurso que causa efeito
no eleitorado médio americano. Sobre a crise
económica, McCain está sintonizado com a
situação global. McCain foi objectivo e
apresentou um plano concreto baseado no
corte de impostos, no estímulo à concorrência
e na protecção à classe média.
Por tudo isto McCain é o justo vencedor!
Ha mas ainda falta votar!
A base republicana está motivada para ir às
urnas,Sarah Palin teve esse efeito. Mas Mccain
vencenos estados tradicionalmente republicanos,
e que apesar de tenderem para a direita, estes
eleitores indecisos não fazem parte da ala
conservadora. Mccain fez duas coisas nestes estados:
Reforçou a mensagem sobre a segurança nacional e a
retórica económica baseou-se no ataque a Obama
relativamente à subida de impostos e ao big governement
que defende.Até ao momento, Mccain cometeu dois erros
nesta campanha: Não conseguiu desligar-se da Administração
Bush de forma clara; e partir do momento em que conquistou
a base conservadora com Sarah Palin, deveria ter-se
deslocado para o centro político. O que nem sempre fez.
McCain apontou que Obama votou contra o reforço das
tropas americanas no Iraque, além de ressaltar a
vontade do Democrata de debater com líderes mundiais
aliados declarados do terror. McCain foi firme ao
dizer que a guerra tem de terminar, mas especificou
que o seu plano implica a vitória no conflito,
diferente do que defende Obama. Obama perdeu
pontos importantes ao fazer afirmações pouco
patrióticas, como: "nossos soldados foram lançar
bombas sobre inocentes". Os americanos têm uma
cultura patriótica e militar muito arraigada,
razão por que é sempre temerário escarnecer do
exército. Obama foi mais além. Segundo o Democrata
os Estados Unidos "invadiram um país que não
tinha nada a ver com o 11 de Set. McCain,
aproveitando a sua experiência militar, soube
criar um clima ainda mais hostil para o rival
ao responder àquelas frases com tiradas do género:
"os nossos militares foram para o outro lado
do mundo lutar pelas nossas liberdades e pela
liberdade de todo o mundo democrático."
É exactamente o discurso que causa efeito
no eleitorado médio americano. Sobre a crise
económica, McCain está sintonizado com a
situação global. McCain foi objectivo e
apresentou um plano concreto baseado no
corte de impostos, no estímulo à concorrência
e na protecção à classe média.
Por tudo isto McCain é o justo vencedor!
Ha mas ainda falta votar!
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