Donnerstag, November 04, 2010

CENTENARIO DA REPUBLICA


Data de publicação:
05-08-2009

N.º Procedimento:
75189


Listagem de entidades adjudicantes
NIFNome entidade adjudicante
901775797Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República


Listagem de entidades adjudicatárias
NIFNome entidade adjudicatária
506032906Henrique Cayatte - Design, Lda.



Objecto do contrato:
Prestação de serviços de degign com vista à criação e desenvolvimento do Portal Centenário da República


Data da celebração de contrato:
30-06-2009


Preço contratual :
99.500,00 €

Prazo de execução:
120 dia(s)

Local de execução:
  • Portugal - Lisboa - Lisboa

A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, ou seja, O POVO, pagou 99 500 Euros a um designer, um tal de Henrique Cayatte, para fazer um site. Como é possível um site básico como o do Centenário da República custar 99 500 Euros? Quando um site igual aquele custa 500€!!! Para onde foram os 99.000€????
Seria para jantares?
Nesse portal é "interessante" ver que a empresa deste designer trabalha muito para o estado através de ajuste directo...
Também seria interessante saber onde foram "desencantar" as pessoas nomeadas sob proposta do Governo para a dita Comissão Nacional, e quanto ganham. A começar pelo seu presidente, o banqueiro Artur Santos Silva.
JÁ NÃO HÁ PALAVRAS PARA DESCREVER ESTE PAÍS..
JÁ NÃO HÁ VERGONHA!!!!
SOMOS GOVERNADOS POR UMA CORJA DE LADRÕES, A COMEÇAR PELA PRESIDÊNCIA DA REPUBLICA!!!!

Mittwoch, November 03, 2010

ORÇAMENTO DE ESTADO 2011

Hoje vai ser aprovado o OE para 2011.

Ninguém ficará de fora do esforço de contenção das contas públicas, mas é falso que todos sejam chamados a pagar de forma igual. Pelo contrário, serão mais uma vez os trabalhadores por conta de outrem e os chamados remediados a pagar a factura.
O saque fiscal é cego. Vai-se a tudo o que possa gerar receita. Mas, enquanto se calcula ao cêntimo as verbas esperadas com a factura imposta às famílias, deixa-se prudentemente em branco a verba esperada com o novo imposto sobre a Banca.

Será que vai render alguma coisa?

Incutiram nas pessoas a ideia que não há alternativa a este OE, o que é falso, o problema é que essa alternativa iria alterar, ou acabar com a Burguesia em que vivem os políticos, os gestores das empresas publicas, os SRs Juízes que tão mau serviço tem prestado á justiça e aos portugueses pagos por NÓS, todos eles com ordenados e regalias monstruosas. Um OE onde a dignidade humana é cada vez mais posta em causa. Já não há direitos adquiridos, há tortos em posse socrática. Mas até quando?

Vamos continuar a ser governados por toda uma corja de ladrões.

Só uma nova força politica vinda de fora, vinda do mundo do trabalho, do mundo académico, dará ao país condições de estabilidade e crescimento.

Há uma urgência em encontrar respostas globais a questões como a crise económica, desemprego, a segurança, a degradação ambiental, a saúde a marginalização crescente em grande parte nos países menos desenvolvidos, propostas estas que estes politicos que se passeiam pela Assembleia já não tem capacidade para as apresentar. O objectivo tem de ser lutar por um país mais unido, mais justo e mais livre, baseado num conjunto de politicas, simples, claras, directas, e objectivas. O Desenvolvimento económico, a luta, contra a crise, contra o desemprego, promovendo a igualdade e a liberdade são as prioridades, para um país mais livre, mais justo e mais democrática. Apostar na Boa Governança é apostar num futuro mais participativo e responsável de todos.








Sonntag, Oktober 31, 2010

ESTADO DA jUSTIÇA


Não há Democracia sem Estado de Direito.

A falta de transparência e a suspeita de parcialidade nos julgamentos, a lentidão dos processos e o sentimento de arbítrio na aplicação da Justiça minam os alicerces do contrato entre os cidadãos e o Estado

O povo governa-se pelo seu governo.

O problema é que os políticos corruptos que são arguidos enunciados, passam pela sombra da justiça e não são condenados. Os cidadãos e políticos suspeitos não prenunciados, raramente conquistam na avaliação das provas o galardão da inocência, porque o que fica é isso mesmo, a insuficiência de provas, ou até a simples duvida, que na enciclopédia jurídica opera em favor do réu.

Na actual crise de valores que apoquenta a nossa sociedade, seria essencial uma tábua de salvação, algo de sólido, a que o povo se pudesse agarrar com esperança de resolver situações problemáticas em que estão atolados.

É preciso uma entidade que mereça o respeito do povo, que alimente a lealdade com algo de valido, o poder judicial deveria ser essa entidade, e tem essa obrigação, mas não o é. É preocupante, mas o mais preocupante é correr o risco dos portadores do “guião” que desaparecem pelos caminhos “perdidos” nos labirintos contraditórios da famosa justiça. Enquanto a justiça se mantiver nestes moldes caducos e dados ao erro e ás conjecturas conspirativas, continuar a distinguir as pessoas, e a classe social, grassará numa penumbra apocalipta.Enquanto houverem pessoas nos governos que consigam manipular os meios de comunicação e os órgãos justiça, continuaremos a ter pessoas e políticos acima de tudo e de todos, ou seja, acima da Justiça e da Lei.

E mais uma vez são os cidadãos a servir de escudo protector, da verdadeira realidade. Há verdades assim!Tanto o poder político, quanto o poder judiciário, sabem-no.

Preferem não ver o que escondem, não tomarem conhecimento, porque enquanto não virem, não existe e não se torna público.

Porque sabem que os vai incomodar, sabem que os vai obrigar a mudar.

E mudar custa.

Mittwoch, September 29, 2010

Crise

Portugal está a empobrecer a olhos vistos. A crise económica internacional foi o detonador de uma situação mais profunda: há muito que o modelo de desenvolvimento do país não responde às necessidades e temos vivido muito acima das nossas possibilidades. Por outro lado, por detrás da crise económica, detecta-se uma confrangedora fragilidade nos valores e uma profunda crise nas mentalidades. Como sempre, as principais vítimas são os mais pobres, cujo número não pára de aumentar.

Neste quadro, o primeiro sinal de esperança é tomar verdadeira consciência do problema. Se não tomarmos consciência da gravidade da situação, continuaremos a fazer asneiras – todos nós, governantes e governados.

Por isso, é espantosa a irresponsabilidade dos últimos dias, com o Primeiro-ministro e os líderes partidários a acusarem-se na praça pública, garantindo não confiar uns nos outros. Se o Primeiro-ministro e os responsáveis da Oposição desconfiam uns dos outros, por que motivo hão-de os credores internacionais confiar em Portugal e nos seus líderes?

Dienstag, März 09, 2010

O RETRATO II

A hipocrisia e a demagogia, começa quando se defende o incumprimento dos direitos humanos, torna-se, então, numa cultura de morte contra a vida, sendo isso contra a dignidade humana e contra os direitos inscritos. O fechar de olhos da esfera política e a obtusidade dos que a seguem, são sintomas da cegueira Mundial. O Mundo de hoje, conhece uma tragédia brutal e estúpida que o envergonha, onde a fuga à realidade é impossível.
Passa-se em países inteiros feitos de fome latente, sobretudo em Africa, onde as vitimas são sobretudo, milhares de mulheres e crianças, alvo de violações, de fome, doenças, falta de água, sem acesso aos cuidados médicos, etc.…
E aqui a responsabilidade, não é somente de um lupo de políticos, mas sim de uma comunidade internacional, maioritariamente que se recusa em olhar à sua volta mais preocupados estão com os seus próprios interesses imediatos, fazendo da indiferença o escudo protector dos direitos humanos. Fundamental para vencer os problemas de fome, saúde e pobreza, é esvazia-los, de qualquer razão de existirem. Basta para isso, que a esfera política e os políticos o queiram. Mas se já nada se pode fazer, senão invocar as vítimas, muito se pode fazer ainda para salvar milhões de vidas em risco que povoam o Mundo.
E aqui levanta-se a pergunta, será que os políticos e o poder instalado estão interessados?
A vida é um combate, onde ninguém vence sem antes ter lutado, ás vezes durante muito e muito tempo.

Donnerstag, März 04, 2010

O RETRATO

POLITICA

Neste mundo, a desigualdade dos direitos, é a primeira condição para a existência dos direitos inscritos.
Um direito é um privilégio.
Os direitos não se pagam, adquirem-se.
Por isso o poder político, não pode julgar demasiados “baixos” os privilégios dos medianos, ou seja da classe media, que nos atinge.
Fazendo um retrato do mundo de hoje, percebemos que o Mundo contemporâneo retrocedeu no tempo, voltando a fazer da vida à semelhança de séculos passados, um joguete de interesses e de ideologias. O estatuto indiscutível de primazia dos direitos humanos é subtilmente retirado a cada dia que passa.
Toda a gente fala de direitos humanos, até os políticos, mas, como todos sabem, como os direitos humanos são espezinhados na maior parte dos países do Mundo!
Durante séculos, desenvolveu-se e continua a desenvolver-se a luta pelos direitos e pelas liberdades fundamentais das pessoas, é uma luta que não pode ter fim.
É uma luta de todos nós que não pode ter tréguas.
A vida humana é violada, cada vez mais, pelo homem, e este fá-lo em nome da humanidade e da liberdade o que torna o seu crime mais grave. A vida é cada vez mais um instrumento que se tenta usar sem escrúpulos nem princípios, na construção da sociedade, mas isso deve-se à política e aos políticos que temos. Os políticos e o mundo empresarial pretendem substituir-se à Natureza para gerir sem entraves nem baias os seus interesses individuais e de grupo.
É contra este estado de política e dos políticos, que nós sociedade, nos devemos erguer firmes e intransigentes, quer nas palavras, quer nos actos, e só assim podemos verdadeiramente defender os direitos humanos, a vida.

Em "O Grito das Verdades Mudas"

Freitag, Februar 26, 2010

INTRODUÇÃO II

O desejo de liberdade é um sentimento profundamente arraigado no ser humano. A liberdade é um princípio que nasce com o homem? Especialmente nos momentos em que se deve tomar decisões importantes e nos quais o individuo sente que pode comprometer a sua vida. O consenso universal reconhece a responsabilidade do indivíduo sobre as suas acções em circunstâncias normais, e em razão disso premeia-o pelos seus méritos e castiga-o pelos seus erros. Considerar que alguém não é responsável pelos seus actos implica diminui-lo nas suas faculdades humanas, uma vez que só aquele que desfruta plenamente da sua liberdade, tem reconhecida a sua dignidade. O homem tende exercer a liberdade em todas as acções externas. Quando as liberdades são cerceadas, frustram-se o crescimento e o desenvolvimento do indivíduo e desprezam-se os seus direitos e a sua dignidade. Apesar de toda a violência externa e em certo grau também ás pressões internas, as pessoas são muitas vezes capazes de manter a liberdade sobre os seus actos internos, pensamentos, desejos, amor, ódio, consentimento moral, ou recusa, preservando assim a sua integridade e dignidade, como acontece com pessoas submetidas a situações extremas de privação de liberdade. Foram as próprias dificuldades teóricas inerentes ao conceito de liberdade que levaram as ciências humanas e sociais a preferirem o termo concreto “liberdades” ao ideal absoluto de “liberdade”.
Assim, deixando de lado a discussão especificamente filosófica e psicológica, considera-se, cada vez mais, a liberdade como soma das diversas liberdades específicas.
Fala-se correntemente em liberdades públicas, políticas, sindicais, económicas, de opinião, de pensamento, religião etc.
Embora, tal procedimento não resolva o problema teórico da natureza da liberdade, pelo menos possibilita avançar na reflexão e nos esforços para ampliar, cada vez mais, o exercício de uma faculdade de importância primordial na vida dos homens e das sociedades. Por ter sido habituado a viver num mudo onde as desigualdades e as injustiças imperam, por pertencer a uma geração que não tem outra escolha se não aguardar pelo aparecimento de alguém capaz de governar este país plantado à beira mar, aqui faço este escrito…….
Porque nem só ao profissional das letras cabe o monopólio da palavra escrita e das frases feitas a nós também.
Mas, por pensar o contrario, muita gente tem ficado calada.
Não podemos continuar a escrever nas páginas clandestinas, ou seja, nas paredes e muros.
As paredes e muros, nunca tornarão palavras, o silêncio que mora dentro de nós.
Daqui nasce este escrito, que é escrito, em forma de Liberdade.
Mas não, de uma Liberdade em sentido de Libertação.
Mas de uma Liberdade, de prazer em aberto.
Afinal o prazer, é uma acção de Liberdade.
Não sendo o prazer a Liberdade.
É com o desabrochar, dos nossos desejos, mas não seus frutos.
É uma sensação de chamamento do profundo para as alturas.
Mas não é nem fundo nem alto.
É como se um encarcerado ganhasse asas, mas não no espaço que o circunda.
Mas no espaço que o confere?

Em "O Grito das Verdades Mudas"

Mittwoch, Februar 24, 2010

INTRODUÇÃO

Para que este escrito seja compreendido, é preciso e em primeiro lugar, ser-se livre.
Ter-se ouvidos para musica nova e livre.
Olhos para se ver o que está longínquo, mais longe.
Uma consciência nova, para adquirir verdades mudas.
É necessário também, ter uma predilecção de força, para questões que hoje ninguém tem coragem de questionar, inclinação para o “proibido” e predestinação para o labirinto.
Hoje vivemos num Mundo sem fronteiras, e temos de ver “abaixo” o mesquinho charlatanismo actual da política e do egoísmo dos povos, por isso temos de nos tornar indiferentes sem nunca nos perguntar-mos, se a verdade é útil e se chegará a ser um destino………….
Porque isso é como perguntar ao nu pela roupa.
Ao sem abrigo o que acontecera à sua casa.
Aqui faço este escrito de liberdade, porque sendo EU, um cidadão em pleno gozo de todos os meus direitos, advogo e acredito que qualquer cidadão tem a liberdade e o direito de no mínimo escrever qualquer coisa em liberdade, nem que seja para não dizer nada.
Mas, em Liberdade.
De uma forma geral, a palavra “liberdade” significa a condição de um indivíduo não ser submetido ao domínio de outro e, por isso mesmo, ter poder sobre si mesmo e sobre os seus actos.
A capacidade de raciocinar e de valorizar de forma inteligente o mundo que o rodeia é o que confere ao homem o sentido da liberdade, entendida como expressão da vontade humana.
Teorias filosóficas e políticas ao longo dos tempos tentaram definir a liberdade quanto a determinações de tipo biológico, psicológico, económico, social etc. As concepções sobre essas determinações nas diversas culturas e épocas históricas, tornam difícil definir com precisão a ideia de liberdade.
Do ponto de vista legal, o indivíduo é livre quando as sociedades não lhe impõem nenhum limite injusto, desnecessário ou absurdo.
Embora a sociedade, deva também proteger os seus direitos, ou seja, as suas liberdades, poderes e privilégios básicos.
Uma sociedade livre dá condições para que os seus membros desfrutem, igualmente, da mesma liberdade.

Em "O Grito das Verdaes Mudas"

Dienstag, Juli 07, 2009

NOVO CICLO

É altura de o parlamento inverter um ciclo de degradação, com
grupos parlamentares cada vez com menor qualidade, que em
vez de representarem o povo, como devia ser, parecem só
representar-se a si próprios. Os partidos escolhem nos próximos
dias os que vão fazer parte das suas listas de deputados.
Normalmente, esta é uma discussão que gira em torno de
interesses pessoais e aparelhísticos que pouco ou nada
interessam a não ser aos próprios.
Espera-se, porém, que desta vez, até por causa dos momentos,
não só de crise económica, mas também social e moral, que
vivemos, os partidos tenham outra lógica na escolha dos seus
deputados.No momento em que um pequeno grupo quer,
por força dalei, mudar toda a estrutura da sociedade
em que vivemos, são precisos deputados que já têm
voz junto da sociedade civil e que estejam no parlamento
para defender a liberdadede uma sociedade que não
quer que o Estado determine toda a sua vida:
desde a educação dos filhos, aos comportamentos
morais, a um conceito de família em que, apesar
das modas, muito poucos se revêem.
Esperamos que os líderes a quem cabe a decisão final,
tenham isto em atenção.

Freitag, Juni 05, 2009

ELEIÇOES EUROPEIAS

Portugal e a Europa encontram-se numa encruzilhada
decisiva que exige, mais do que nunca, a participação
responsável de todos nós e o empenhamento generoso
e dedicado de todos os cidadãos que acreditamos na
força de um projecto Europeu., no qual a justiça e a
solidariedade andam necessariamente, a par com o
desenvolvimento sustentável. As eleições Europeias
são também o primeiro momento eleitoral de um ano
de importância determinante para o nosso futuro,
quer como País, quer enquanto membro da União
Europeia.Por isso só um povo forte e unido, em
torno de propostas de políticas simples, claras,
directas e objectivas, de candidatos sérios, corajosos,
com espírito de missão, permitirá enfrentar com êxito,
a demagogia, o primarismo, e o populismo, oportunista
que vem caracterizando as campanhas dos candidatos
dos partidos de direita, e dos candidatos dos partidos
de esquerda “caviar” que vão da “extrema-esquerda”
á “extrema-direita”.
Só um povo forte e unido poderá fazer vingar o projecto
da Europa Social, que é o mais adequado á salvaguarda
do interesse das populações da União
e do futuro de Portugal.

Donnerstag, Mai 21, 2009

CORRUPÇÃO II

A corrupção é das doenças que mais ameaça Portugal.
Há corrupção em certas estatísticas, nos discursos em geral, nas promessas, nas propagandas, principalmente eleitorais, quando nestas se fazem promessas vazias, lastreadas em reserva mental e se sabe de antemão da mentira anunciada.
Na família o exemplo edificante tem sido o de que os meios justificam os fins, é melhor ter do que ser, ao honesto por princípio, há forte concorrente o honesto que se preocupa com os ganhos.
Na economia a corrupção, entre outras, é por conta da imunidade ou impunidade senegatoria. No direito deturpa-se teorias para agasalhar interesses inconfessáveis, basta ver o processo de falência da falência, do processo de execução, sempre menos favorável ao pobre que ao rico e tudo com ares de justiça e boa técnica jurídica.
O processo Casa Pia é disso exemplo, quando o Estado assume a responsabilidade ao indemnizar “à custa do ZÈ Povinho” as vitimas, é porque o próprio Estado não está interessado em que as investigações prossigam e portanto esse mesmo Estado propicia que os suspeitos prenunciados e alguns “talvez” não enunciados passem pela impunidade, o que fica para a opinião pública é que o Estado também ele será suspeito, ou quem terá tomado esta decisão. A verdade é esta se os arguidos e os suspeitos antes dormiam descansados, agora então…
Havendo ainda a corrupção argumentativa, por exemplo sobre a globalização, globaliza-se os interesses do primeiro Mundo em detrimento da economia e do povo do resto do mundo.
Corrompe-se até a fé, grandes milagres, só com grandes dízimos.
Há corrupção, quando grandes empresários usam o Direito e a Justiça para fugirem aos seus deveres sociais e às condenações judiciais, poucos pagam os seus débitos judiciais sem tripudiar sobre a dignidade de justiça.
O doente Portugal precisa urgentemente de um programa de tratamento asséptico, do tipo tolerância zero contra a infecciosa corrupção não importando de que tamanho ou de que potencial maligno fosse. Ou Portugal acaba com a corrupção ou a corrupção acaba com Portugal.

Sonntag, Mai 17, 2009

CORRUPÇÃO

A corrupção é a doença que mais ameaça Portugal
e a Europa, mais que a própria Sida e o cancro.
A corrupção transforma algo que é em algo que
não é, transforma algo com substancia em algo sem
substancia, ou seja, mudança que nega a razão de
ser de algo. É a destruição, a dissolução, por oposição
à força produtora e à criação. O que corrompe destrói,
provoca o não ser do ser corrompido, assim a
corrupção, é o maior mal social porque
destrói, anula a própria sociedade, daí sempre ter sido
essencialmente um crime em toda e qualquer civilização.
Corrupção não é apenas a infracção ao dever funcional,
praticado pelo agente público político ou administrativo,
não é só o suborno a taxa de urgência, a corrupção
exteriorizada em acto, costuma proceder de corrupção
bem mais ampla e na maior parte das vezes, interna que
antecede o acto à prática, antes de ferir o património
público ou particular, a corrupção degrada os valores
íntimos de cada um, relativiza os costumes e a cultura
da virtude, anulando os pilares e os princípios que
mantêm a sociedade elevada e digna do seu próprio
orgulho. Mas a degradação moral começa, por pequenas
concessões, pequenas inversões axiológicas no nosso
dia a dia, e prossegue corroendo o homem e a sociedade.
É precisamente a tolerância de pequenos vícios, já na
vida privada, que prepara a aceitação das grandes
corrupções na vida pública e na vida política. Quando
os interesses privados passam a sobrepor os públicos,
quer dizer que se perdeu o espírito cívico e ético.
A corrupção material é o recebimento de qualquer
vantagem para a prática ou omissão do acto de ofício.
A corrupção moral é a que precede à material,
porque ao receber a vantagem já ocorreu no
corrompido a deterioração de qualquer princípio
de moralidade pessoal ou funcional. Tanto uma
como outra assumem formas activas e passivas,
porque também quem oferece a vantagem indevida
já não apresenta nenhum princípio moral.
A corrupção moral abrange também a corrupção de
costumes, a falta de carácter particular ou nacional,
o desleixo administrativo ou governamental, a falta
de solidariedade a indiferença pela sorte alheia ou
pelos interesses públicos, a tolerância condescendente
superiores ás falhas dos subalternos, filhos e
tutelados. Há corrupção na política, na polícia, na
justiça, na administração pública, na educação,
nas diversões públicas, (futebol etc.) na família, na
economia, no direito, nos medicamentos, nos
discursos/argumentos pseudocientifcos, nas
igrejas etc…….
Na política fala-se na compra de apoio e do voto
e do poder dos lobbies nas votações da legislação.
Na polícia a principal corrupção é a perda da
própria razão.Na justiça, essa já demonstrou
casos pontuais, mas gravíssimos de corrupção
explícita que ofendem a razão de ser.
A corrupção dos melhores é a pior corrupção.
Na administração pública, essa já é crónica, a
prostituição dos que ganham para defender o
interesse público, por outro lado o nepotismo
é descaradamente utilizado e jamais justificado.
Na educação, já é cultural a deturpação da
aprovação garantida em troca da simpática
receptividade da “malta”, o mérito intelectual
cedeu lugar a tudo inclusive ao
politicamente-correcto.Há corrupção nas
diversões, quando se baixa o nível cultural
para se alcançar maiores audiências.
Exemplo disso é o Jornal Nacional de sexta-feira
da TVI,um jornal prostituído, apresentado
por uma dificiente mental, e um comentador
desfasado, plagiador de ideias e esquizofrénico.

Mittwoch, Mai 13, 2009

Os Desafios da União

Em tempo de eleições Europeias os candidatos, não tem falado sobre aquilo que interessa aos Europeus, ou seja aquilo que são os desafios da Europa.

O melhor indicador de sucesso da economia da União é reflectido pela qualidade de vida, das pessoas que nela nascem, vivem e trabalham.
Por isso se pensarmos no enquadramento social do quotidiano, ciclo de vida dos indivíduos e das famílias, encontramos as áreas de maior importância e que na nossa avaliação da qualidade de vida, facilmente entendemos que as politicas que são prioritárias para os desafios da União são:
Saúde, Educação, Justiça, Segurança e Defesa, Emprego, Desemprego, Segurança Social, Combate ao Terrorismo, Alargamento Europeu, a Entrada de Novos Países, Alterações Climáticas, Energias Renováveis, Comercio Externo e Economia. Hoje mais do que nunca, num mundo globalizado em constante mutação, a Europa deve fazer face a novos desafios. A mundialização da economia, a evolução demográfica, o aprovisionamento energético, ou ainda as novas ameaças, que pesam sobre a segurança, são alguns dos desafios com que a Europa do século XXI se confronta. Os Estados-Membros, já não são capazes de enfrentar sozinhos todos estes novos desafios, que não conhecem fronteiras. Por conseguinte, um esforço colectivo à escala europeia, permitirá fazer-lhes face e responder às preocupações dos cidadãos. Todavia, para enfrentar esses desafios, a Europa tem de modernizar-se. Tem de dispor de utensílios eficazes e coerentes, adaptados não só ao funcionamento de uma União Europeia, recentemente alargada para 27, mas também à rápida evolução do mundo actual. As regras de vida, em comum consagradas nos tratados têm de ser renovadas. As orientações usadas na construção de soluções para os problemas identificados, tem por base essencialmente, princípios de gestão numa lógica em que convivem em simultâneo os conceitos de cultura, recursos, objectivos, processos, eficiência. O primeiro e grande objectivo da comissão tem de ser, fazer com que a Polónia, Republica Checa e Irlanda ratifiquem o tratado de Lisboa, o quanto antes e por conseguinte pô-lo em marcha. O objectivo tem de ser lutar por uma Europa mais unida, mais justa, mais livre e mais independente e cada vez menos americano- independente, baseada num conjunto de politicas, simples, claras, directas, e objectivas. Um conjunto de politicas irreverentes e corajosas que as anteriores comissões não tiveram a arte, o engenho e a coragem de as por em pratica, como o Reconhecimento das uniões de facto, a Legalização de todos os emigrantes trabalhadores em situação ilegal, acabando com isso com o trabalho clandestino e contribuindo para a reforma da segurança social de todos os estados membros, assim como a legalização da prostituição, que será também interesse de saúde publica. O Desenvolvimento económico, a luta contra o terrorismo e defesa dos valores europeus são as prioridades.

Donnerstag, April 16, 2009

O PARADIGMA

O relativismo está mesmo a dar cabo da Europa, da política
aos valores. O "status quo" é o que mais interessa aos líderes
europeus, mas não aos seus cidadãos.Não é normal o
acolhimento que foi dado a Barack Obama na sua viagem
à Europa. A multidão que, em Praga, ouviu o discurso do
Presidente norte-americano, ou as salas repletas de jornalistas
transformados em fãs, em Londres e Estrasburgo, levam-nos a
perguntar: o porquê de tanto entusiasmo à volta de um político
que é presidente de outro país que nem sempre tem interesses
coincidentes com os nossos?
É estranho que tal fenómeno pareça
normal a toda a gente. É o primeiro sinal da apatia e falta de
esperança com que há muitos anos se vive neste velho continente,
e nos EUA, onde a eleição de Barack Obama é a imagem de um povo
desesperado á espera de algo.Não é por acaso que velhos líderes
como Mário Soares se indignam com o facto de a Europa, da
esquerda à direita, não discutir sequer o facto de reeleger para
Presidente da Comissão o ex-liberal Durão Barroso.

Mittwoch, April 08, 2009

CAVACO SILVA

Na actual conjuntura politica ninguém espera que
o Presidente da Republica seja apenas uma figura
decorativa do regime, que se limita a dar conselhos
de bom senso, com a desculpa de que não tem poderes
para mais. Para que nos serve um Presidente da
Republica num regime semi-presidencialista como o nosso?
A pergunta faz cada vez mais sentido, à medida que os
acontecimentos nos vão tornando descrentes das
instituições em que é suposto confiarem como garantes
da saúde do regime democrático.
Ao mais alto magistrado da nação exige-se que exerça as
suas funções com zelo e imaginação, para saber interpretar
os seus poderes de modo a que eles sejam úteis, como de
resto, fizeram os vários presidentes do regime democrático.
E não andar a fazer perseguições inúteis e desajustadas
como aquelas que tem feito ao governo.
Numa altura em que falha o entendimento institucional
entre partidos, em que a crise económica ameaça deixar o
país num estado lastimável e quando os principais
responsáveis da nossa justiça dão um triste espectáculo
ao país, deixando em todos a sensação de que a
independência da justiça é uma farsa, todos lamentam o
silêncio e a inoperância presidencial.
Mas, que esperar de Cavaco Silva?
Durante o legado de dez anos de Cavaco Silva, o chamado
“pai do betão” Portugal andou, sistematicamente,
para trás, o que provocou marcas no tecido social português.
Marcou a sua posição e ponto final.
Durante dez anos de legado entre 1885 e 1995, foram
anos bastante facilitados pela injecção de capital
jorrando pelas fronteiras adentro, o que fez com que
Cavaco Silva vivesse em estado de sítio. Cavaco Silva
foi mentor dum modelo económico agressivo de monetarismo
liberal com cariz demente.
Numa década conseguiu destruir o elo de confiança que ligava
o povo aos seus governantes, impondo políticas de
laboratório, tornando os portugueses em cobaias, lançando
cientistas sociais do calibre de Manuela Ferreira Leite,
a única Ministra da Educação a conseguir juntar dez mil
estudantes na Avenida 5 de Outubro a gritarem “PUTA” em
frente ao seu ministério.
Ele que fora o mentor do pagamento por conta, que é um
roubo institucional sobre rendimentos especulativos que
poderiam ou não, provir no futuro. A gestão partidária
de Cavaco Silva fora desastrosa, pois conseguiu quebrar
quase por completo a credibilidade do seu partido.

Alguém deve, urgentemente, explicar ao sr. Cavaco que
nem só de Estatuto dos Açores vive o país.

Sonntag, März 29, 2009

IDADE DE VOTO

…em país do Mundo algum, a Democracia tem como propósito,
igualar a opinião dos adultos com a opinião dos
adolescentes, como o Mundo tem vindo a assistir.
Porque afinal, colocar na mesma urna o voto de
um adolescente de 18,19,20 anos e o voto de um
adulto de 25, 30, ou 40 anos, não é democraticamente
correcto, não é Democracia, é insensatez e desrespeito
à vivência e à experiência humana. Devamos atender,
que a Democracia visa minimizar as diferenças sociais
e não as diferenças de idade. Porque diferenças de
idade são imposições da Natureza e, consequentemente,
devem e precisam ser respeitadas. Mas na adolescência,
essa insensatez não é compreendida, não é entendida,
a cidadania “precoce” (uma invenção perigosa),
infelizmente, facilita a eleição de maus políticos
e dos manipuladores da adolescência e juventude.
E assim percebemos a popularidade de um “aberrante”
partido político como é o Bloco de Esquerda e seu líder
trotskista Francisco Loucã, que não se cansa de
apregoar que é um partido diferente dos outros,
mas à medida que a geração da rebeldia sem ideias
e dos i-pood vai alargando o apoio político ao partido
a vaidade dos líderes do BE insufla como um balão
de ar quente!
Um partido sem projecção de futuro, que incentiva a
juventude á irresponsabilidade social, á
irresponsabilidade política, com despenalizações
ao consumo de drogas, despenalizações criminais, etc.…
É na verdade um partido de irreverência estéril.
Portanto seria mais prudente fazer o contrário
ou seja, elevar a idade mínima de voto para 21
anos, de modo a atribuir mais respeito à experiência
humana e maior responsabilidade para com o destino
do seu país.

Donnerstag, Februar 26, 2009

LEGALIZAÇÃO DA PROSTITUIÇÃO

Cada vez mais se fala sobre a legalização da prostituição,
é um tema a que os partidos políticos têm fugido, talvez
por falta de coragem politica, ou agarrados aos dogmas
do conservadorismo impirico, ou por questões religiosas.
A legalização da profissão será gerador de receitas e
emprego, e dará dignidade aos profissionais, que vivem á
margem da sociedade, e será sem duvida o reconhecimento
de um direito.
Legalizar este fenómeno da prostituição vai melhorar
a qualidade de vida destas mulheres e homens garantindo
a sua cobertura pela Segurança Social, um patamar de
dignidade mais alto e retira alguma da degradação e
decorrente sofrimento que decorre da sua actividade.
Na verdade, e em conclusão, ainda que legalizar a
prostituiçã feita dentro de estritos limites -
possa vir a contribuir para a qualidade de vida e
para a redução do sofrimento em que vivem as mulheres
e homens que trabalham nessa “indústria”, quer pela
simples saída do mundo da marginalidade e pelo
lançamento de redes sociais e sanitárias impossíveis
de lançar quando operam na plena ilegalidade.
Sempre haverá essa actividade e mantê-la à margem da
lei só serve para alimentar as máfias da emigração ilegal
que abundam pela Europa, a disseminação de doenças e
financiar outras actividades criminosas com os lucros
desta actividade ilegal. Deve ser legalizada, por muito
que a sua prática continue a ser considerada imoral e
reprovável, pelo conservadorismo, mas necessária numa
sociedade neo-católica sexualmente repressiva como a nossa.
Com a Legalização afasta-se a prostituição das ruas,
elimina-se a parasitagem, e quebra o laço entre droga
e prostituição. Por isso dignificar as mulheres que a
praticam e criar mecanismos que tragam essas mulheres
à superfície e lhes permitam reingressar no mundo do
trabalho e na sociedade.
A sociedade precisa de legalizar a prostituição, porque,
trará um grande benefício aos profissionais do sexo,
no tocante às mais diversas situações: a começar pela
saúde desses profissionais.

Não se trata aqui de fazer apologia à prostituição,
mas sim legalizar algo que está claramente á nossa vista.
Querer encobrir essa realidade, isso sim é fechar os olhos
para um problema social, que não só as grandes cidades
possuem, a legalização será um grande contributo para a
reforma da Segurança Social e para Finanças e será gerador
de milhares de empregos.

Montag, November 10, 2008

E AGORA OBAMA?

E agora Obama?
É este o sentimento de milhões de americanos
e não-americanos.Os EUA quiseram a diferença,
ganharam um presidente, perdem um líder.
Politicamente os EUA ficam mais fracos.
Barak Obama, vai ter uma série de problemas urgentes
para resolver, será Obama capaz para o cargo de
Presidente? Será que Obama vai acabar o mandato?
Terrorismo, será Obama capaz de resolver os problemas
como: o combate ao terrorismo, a guerra no Iraque,
a questão do Afeganistão?
A ameaça nuclear, sob o regime dos ayatollahs que
continuam a enriquecer urânio a um ritmo acelerado,
Obama deverá confrontar-se com uma decisão muito seria:
ou aceita o irão com armas nucleares, ou opta pela
acção militar.
Energia e ambiente, os Estados Unidos são o maior
poluidor mundial, consomem mais de 20 milhões de
barris de petróleo por dia. Doze milhões dos quais
são importados. Isto significa que num ano Washington
gasta 475 mil milhões de dólares do seu orçamento
só em combustível, muito do qual é comprado a países
que a Administração Americana classifica de suspeita.
Multilateralismo, a 12 de Setembro todo se dizia
americano, uma unanimidade que os atentados de 11
de Setembro criaram, mas, a que fotografias de
militares Americanos a humilhar prisioneiros em
Abu Ghraib e relatos de tortura em Guantamo, e a
guerra do Iraque puseram fim, depois do
unilateralismo de Bush, Obama tem como tarefa
recuperar a imagem e credibilidade dos EUA.
Economia, quando Bush tomou posse em Janeiro
de 2001, a economia Americana estava a
crescer, 3% ao ano e a divida nacional era de
6 biliões de dólares, hoje, ascende a 10 biliões,
e a economia esta ameaçada de recessão pela grave
crise que esta a afectar o sistema financeiro
mundial e já obrigou a Administração de Bush a
criar um plano de 700 milhões de dólares para
salvar os bancos da falência.
Segurança social, os EUA são o único país rico
e desenvolvido que não tem saúde gratuita e
universal para todos os seus cidadãos, 47 milhões
de Americanos não tem seguro de saúde o que
representa 16% da população. São estes os problemas
mais emergentes que os Americanos e nós desejamos
ver solucionados.

E agora Obama?

Mittwoch, Oktober 29, 2008

CRISE FINANCEIRA

Com as garantias dadas pelos Estados ao sistema
bancário, evitou-se um colapso mundial desse sistema,
que seria trágico. Mas a crise financeira continua,
atingindo todos os continentes ao mesmo tempo.
O crédito não secou completamente, mas tornou-se
difícil e caro. E,como seria inevitável, as perdas
financeiras brutais que já se registaram – e outras
ainda se irão registar – têm reflexos negativos em
muitas empresas fora do sector financeiro.
Tudo isto torna impossível que Portugal escape a
uma recessão em 2009. Somos uma pequena economia aberta
ao exterior e, por isso, não estamos ao abrigo da travagem
económica em curso.É certo que os nossos bancos não
compraram os tais produtos “tóxicos”, isto é, os novos e
sofisticados produtos financeiros que, afinal, se revelaram
nada valerem.Mas temos um problema: Portugal é um país
altamente endividado. Toda a gente deve dinheiro: o Estado,
as empresas, as famílias e os bancos, que têm de arranjar
dinheiro lá fora para emprestar no país.
Por isso, não vale a pena ter ilusões.
A crise do crédito vai afectar-nos seriamente.
Dá que pensar!

Mittwoch, März 19, 2008

"O PARADOXO"

O que se pede a um líder da Oposição é
que esteja pronto a governar em qualquer momento.
O PSD de Luís Filipe Menezes não pára de nos surpreender.
Desta vez, Menezes fez o favor de nos informar dizendo
que ainda não está preparado para governar o país.
Diz que vai estar, um dia destes, mas, aparentemente,
não sabe quando.(talvez nunca!)
Segundo o líder do PSD, Portugal vive,
mergulhado numa espécie de vazio -
um paradoxo, diz ele – que Menezes
promete preencher um dia destes.
Se foi a agência de comunicação por
si contratada que o aconselhou a ir por aqui,
Luís Filipe Menezes deve estar preocupado
porque dizer pior era difícil.Se há coisa que se
pede a um líder da Oposição é que esteja pronto
a governar em qualquer momento.Se o Governo
cair, é para ele que o Presidente da República olhará
em busca de alternativas.Imagine-se o que seria num
cenário destes – nunca de afastar – Menezes virar-se
para Cavaco e dizer-lhe: “ainda não estou preparado”.
O paradoxo é esse: quem não está preparado para ser
candidato a Primeiro-ministro nunca deveria
ter aceite liderar o PSD.
Seria um acto de coragem.