Dienstag, Juli 07, 2009

NOVO CICLO

É altura de o parlamento inverter um ciclo de degradação, com
grupos parlamentares cada vez com menor qualidade, que em
vez de representarem o povo, como devia ser, parecem só
representar-se a si próprios. Os partidos escolhem nos próximos
dias os que vão fazer parte das suas listas de deputados.
Normalmente, esta é uma discussão que gira em torno de
interesses pessoais e aparelhísticos que pouco ou nada
interessam a não ser aos próprios.
Espera-se, porém, que desta vez, até por causa dos momentos,
não só de crise económica, mas também social e moral, que
vivemos, os partidos tenham outra lógica na escolha dos seus
deputados.No momento em que um pequeno grupo quer,
por força dalei, mudar toda a estrutura da sociedade
em que vivemos, são precisos deputados que já têm
voz junto da sociedade civil e que estejam no parlamento
para defender a liberdadede uma sociedade que não
quer que o Estado determine toda a sua vida:
desde a educação dos filhos, aos comportamentos
morais, a um conceito de família em que, apesar
das modas, muito poucos se revêem.
Esperamos que os líderes a quem cabe a decisão final,
tenham isto em atenção.

Freitag, Juni 05, 2009

ELEIÇOES EUROPEIAS

Portugal e a Europa encontram-se numa encruzilhada
decisiva que exige, mais do que nunca, a participação
responsável de todos nós e o empenhamento generoso
e dedicado de todos os cidadãos que acreditamos na
força de um projecto Europeu., no qual a justiça e a
solidariedade andam necessariamente, a par com o
desenvolvimento sustentável. As eleições Europeias
são também o primeiro momento eleitoral de um ano
de importância determinante para o nosso futuro,
quer como País, quer enquanto membro da União
Europeia.Por isso só um povo forte e unido, em
torno de propostas de políticas simples, claras,
directas e objectivas, de candidatos sérios, corajosos,
com espírito de missão, permitirá enfrentar com êxito,
a demagogia, o primarismo, e o populismo, oportunista
que vem caracterizando as campanhas dos candidatos
dos partidos de direita, e dos candidatos dos partidos
de esquerda “caviar” que vão da “extrema-esquerda”
á “extrema-direita”.
Só um povo forte e unido poderá fazer vingar o projecto
da Europa Social, que é o mais adequado á salvaguarda
do interesse das populações da União
e do futuro de Portugal.

Donnerstag, Mai 21, 2009

CORRUPÇÃO II

A corrupção é das doenças que mais ameaça Portugal.
Há corrupção em certas estatísticas, nos discursos em geral, nas promessas, nas propagandas, principalmente eleitorais, quando nestas se fazem promessas vazias, lastreadas em reserva mental e se sabe de antemão da mentira anunciada.
Na família o exemplo edificante tem sido o de que os meios justificam os fins, é melhor ter do que ser, ao honesto por princípio, há forte concorrente o honesto que se preocupa com os ganhos.
Na economia a corrupção, entre outras, é por conta da imunidade ou impunidade senegatoria. No direito deturpa-se teorias para agasalhar interesses inconfessáveis, basta ver o processo de falência da falência, do processo de execução, sempre menos favorável ao pobre que ao rico e tudo com ares de justiça e boa técnica jurídica.
O processo Casa Pia é disso exemplo, quando o Estado assume a responsabilidade ao indemnizar “à custa do ZÈ Povinho” as vitimas, é porque o próprio Estado não está interessado em que as investigações prossigam e portanto esse mesmo Estado propicia que os suspeitos prenunciados e alguns “talvez” não enunciados passem pela impunidade, o que fica para a opinião pública é que o Estado também ele será suspeito, ou quem terá tomado esta decisão. A verdade é esta se os arguidos e os suspeitos antes dormiam descansados, agora então…
Havendo ainda a corrupção argumentativa, por exemplo sobre a globalização, globaliza-se os interesses do primeiro Mundo em detrimento da economia e do povo do resto do mundo.
Corrompe-se até a fé, grandes milagres, só com grandes dízimos.
Há corrupção, quando grandes empresários usam o Direito e a Justiça para fugirem aos seus deveres sociais e às condenações judiciais, poucos pagam os seus débitos judiciais sem tripudiar sobre a dignidade de justiça.
O doente Portugal precisa urgentemente de um programa de tratamento asséptico, do tipo tolerância zero contra a infecciosa corrupção não importando de que tamanho ou de que potencial maligno fosse. Ou Portugal acaba com a corrupção ou a corrupção acaba com Portugal.

Sonntag, Mai 17, 2009

CORRUPÇÃO

A corrupção é a doença que mais ameaça Portugal
e a Europa, mais que a própria Sida e o cancro.
A corrupção transforma algo que é em algo que
não é, transforma algo com substancia em algo sem
substancia, ou seja, mudança que nega a razão de
ser de algo. É a destruição, a dissolução, por oposição
à força produtora e à criação. O que corrompe destrói,
provoca o não ser do ser corrompido, assim a
corrupção, é o maior mal social porque
destrói, anula a própria sociedade, daí sempre ter sido
essencialmente um crime em toda e qualquer civilização.
Corrupção não é apenas a infracção ao dever funcional,
praticado pelo agente público político ou administrativo,
não é só o suborno a taxa de urgência, a corrupção
exteriorizada em acto, costuma proceder de corrupção
bem mais ampla e na maior parte das vezes, interna que
antecede o acto à prática, antes de ferir o património
público ou particular, a corrupção degrada os valores
íntimos de cada um, relativiza os costumes e a cultura
da virtude, anulando os pilares e os princípios que
mantêm a sociedade elevada e digna do seu próprio
orgulho. Mas a degradação moral começa, por pequenas
concessões, pequenas inversões axiológicas no nosso
dia a dia, e prossegue corroendo o homem e a sociedade.
É precisamente a tolerância de pequenos vícios, já na
vida privada, que prepara a aceitação das grandes
corrupções na vida pública e na vida política. Quando
os interesses privados passam a sobrepor os públicos,
quer dizer que se perdeu o espírito cívico e ético.
A corrupção material é o recebimento de qualquer
vantagem para a prática ou omissão do acto de ofício.
A corrupção moral é a que precede à material,
porque ao receber a vantagem já ocorreu no
corrompido a deterioração de qualquer princípio
de moralidade pessoal ou funcional. Tanto uma
como outra assumem formas activas e passivas,
porque também quem oferece a vantagem indevida
já não apresenta nenhum princípio moral.
A corrupção moral abrange também a corrupção de
costumes, a falta de carácter particular ou nacional,
o desleixo administrativo ou governamental, a falta
de solidariedade a indiferença pela sorte alheia ou
pelos interesses públicos, a tolerância condescendente
superiores ás falhas dos subalternos, filhos e
tutelados. Há corrupção na política, na polícia, na
justiça, na administração pública, na educação,
nas diversões públicas, (futebol etc.) na família, na
economia, no direito, nos medicamentos, nos
discursos/argumentos pseudocientifcos, nas
igrejas etc…….
Na política fala-se na compra de apoio e do voto
e do poder dos lobbies nas votações da legislação.
Na polícia a principal corrupção é a perda da
própria razão.Na justiça, essa já demonstrou
casos pontuais, mas gravíssimos de corrupção
explícita que ofendem a razão de ser.
A corrupção dos melhores é a pior corrupção.
Na administração pública, essa já é crónica, a
prostituição dos que ganham para defender o
interesse público, por outro lado o nepotismo
é descaradamente utilizado e jamais justificado.
Na educação, já é cultural a deturpação da
aprovação garantida em troca da simpática
receptividade da “malta”, o mérito intelectual
cedeu lugar a tudo inclusive ao
politicamente-correcto.Há corrupção nas
diversões, quando se baixa o nível cultural
para se alcançar maiores audiências.
Exemplo disso é o Jornal Nacional de sexta-feira
da TVI,um jornal prostituído, apresentado
por uma dificiente mental, e um comentador
desfasado, plagiador de ideias e esquizofrénico.

Mittwoch, Mai 13, 2009

Os Desafios da União

Em tempo de eleições Europeias os candidatos, não tem falado sobre aquilo que interessa aos Europeus, ou seja aquilo que são os desafios da Europa.

O melhor indicador de sucesso da economia da União é reflectido pela qualidade de vida, das pessoas que nela nascem, vivem e trabalham.
Por isso se pensarmos no enquadramento social do quotidiano, ciclo de vida dos indivíduos e das famílias, encontramos as áreas de maior importância e que na nossa avaliação da qualidade de vida, facilmente entendemos que as politicas que são prioritárias para os desafios da União são:
Saúde, Educação, Justiça, Segurança e Defesa, Emprego, Desemprego, Segurança Social, Combate ao Terrorismo, Alargamento Europeu, a Entrada de Novos Países, Alterações Climáticas, Energias Renováveis, Comercio Externo e Economia. Hoje mais do que nunca, num mundo globalizado em constante mutação, a Europa deve fazer face a novos desafios. A mundialização da economia, a evolução demográfica, o aprovisionamento energético, ou ainda as novas ameaças, que pesam sobre a segurança, são alguns dos desafios com que a Europa do século XXI se confronta. Os Estados-Membros, já não são capazes de enfrentar sozinhos todos estes novos desafios, que não conhecem fronteiras. Por conseguinte, um esforço colectivo à escala europeia, permitirá fazer-lhes face e responder às preocupações dos cidadãos. Todavia, para enfrentar esses desafios, a Europa tem de modernizar-se. Tem de dispor de utensílios eficazes e coerentes, adaptados não só ao funcionamento de uma União Europeia, recentemente alargada para 27, mas também à rápida evolução do mundo actual. As regras de vida, em comum consagradas nos tratados têm de ser renovadas. As orientações usadas na construção de soluções para os problemas identificados, tem por base essencialmente, princípios de gestão numa lógica em que convivem em simultâneo os conceitos de cultura, recursos, objectivos, processos, eficiência. O primeiro e grande objectivo da comissão tem de ser, fazer com que a Polónia, Republica Checa e Irlanda ratifiquem o tratado de Lisboa, o quanto antes e por conseguinte pô-lo em marcha. O objectivo tem de ser lutar por uma Europa mais unida, mais justa, mais livre e mais independente e cada vez menos americano- independente, baseada num conjunto de politicas, simples, claras, directas, e objectivas. Um conjunto de politicas irreverentes e corajosas que as anteriores comissões não tiveram a arte, o engenho e a coragem de as por em pratica, como o Reconhecimento das uniões de facto, a Legalização de todos os emigrantes trabalhadores em situação ilegal, acabando com isso com o trabalho clandestino e contribuindo para a reforma da segurança social de todos os estados membros, assim como a legalização da prostituição, que será também interesse de saúde publica. O Desenvolvimento económico, a luta contra o terrorismo e defesa dos valores europeus são as prioridades.

Donnerstag, April 16, 2009

O PARADIGMA

O relativismo está mesmo a dar cabo da Europa, da política
aos valores. O "status quo" é o que mais interessa aos líderes
europeus, mas não aos seus cidadãos.Não é normal o
acolhimento que foi dado a Barack Obama na sua viagem
à Europa. A multidão que, em Praga, ouviu o discurso do
Presidente norte-americano, ou as salas repletas de jornalistas
transformados em fãs, em Londres e Estrasburgo, levam-nos a
perguntar: o porquê de tanto entusiasmo à volta de um político
que é presidente de outro país que nem sempre tem interesses
coincidentes com os nossos?
É estranho que tal fenómeno pareça
normal a toda a gente. É o primeiro sinal da apatia e falta de
esperança com que há muitos anos se vive neste velho continente,
e nos EUA, onde a eleição de Barack Obama é a imagem de um povo
desesperado á espera de algo.Não é por acaso que velhos líderes
como Mário Soares se indignam com o facto de a Europa, da
esquerda à direita, não discutir sequer o facto de reeleger para
Presidente da Comissão o ex-liberal Durão Barroso.

Mittwoch, April 08, 2009

CAVACO SILVA

Na actual conjuntura politica ninguém espera que
o Presidente da Republica seja apenas uma figura
decorativa do regime, que se limita a dar conselhos
de bom senso, com a desculpa de que não tem poderes
para mais. Para que nos serve um Presidente da
Republica num regime semi-presidencialista como o nosso?
A pergunta faz cada vez mais sentido, à medida que os
acontecimentos nos vão tornando descrentes das
instituições em que é suposto confiarem como garantes
da saúde do regime democrático.
Ao mais alto magistrado da nação exige-se que exerça as
suas funções com zelo e imaginação, para saber interpretar
os seus poderes de modo a que eles sejam úteis, como de
resto, fizeram os vários presidentes do regime democrático.
E não andar a fazer perseguições inúteis e desajustadas
como aquelas que tem feito ao governo.
Numa altura em que falha o entendimento institucional
entre partidos, em que a crise económica ameaça deixar o
país num estado lastimável e quando os principais
responsáveis da nossa justiça dão um triste espectáculo
ao país, deixando em todos a sensação de que a
independência da justiça é uma farsa, todos lamentam o
silêncio e a inoperância presidencial.
Mas, que esperar de Cavaco Silva?
Durante o legado de dez anos de Cavaco Silva, o chamado
“pai do betão” Portugal andou, sistematicamente,
para trás, o que provocou marcas no tecido social português.
Marcou a sua posição e ponto final.
Durante dez anos de legado entre 1885 e 1995, foram
anos bastante facilitados pela injecção de capital
jorrando pelas fronteiras adentro, o que fez com que
Cavaco Silva vivesse em estado de sítio. Cavaco Silva
foi mentor dum modelo económico agressivo de monetarismo
liberal com cariz demente.
Numa década conseguiu destruir o elo de confiança que ligava
o povo aos seus governantes, impondo políticas de
laboratório, tornando os portugueses em cobaias, lançando
cientistas sociais do calibre de Manuela Ferreira Leite,
a única Ministra da Educação a conseguir juntar dez mil
estudantes na Avenida 5 de Outubro a gritarem “PUTA” em
frente ao seu ministério.
Ele que fora o mentor do pagamento por conta, que é um
roubo institucional sobre rendimentos especulativos que
poderiam ou não, provir no futuro. A gestão partidária
de Cavaco Silva fora desastrosa, pois conseguiu quebrar
quase por completo a credibilidade do seu partido.

Alguém deve, urgentemente, explicar ao sr. Cavaco que
nem só de Estatuto dos Açores vive o país.

Sonntag, März 29, 2009

IDADE DE VOTO

…em país do Mundo algum, a Democracia tem como propósito,
igualar a opinião dos adultos com a opinião dos
adolescentes, como o Mundo tem vindo a assistir.
Porque afinal, colocar na mesma urna o voto de
um adolescente de 18,19,20 anos e o voto de um
adulto de 25, 30, ou 40 anos, não é democraticamente
correcto, não é Democracia, é insensatez e desrespeito
à vivência e à experiência humana. Devamos atender,
que a Democracia visa minimizar as diferenças sociais
e não as diferenças de idade. Porque diferenças de
idade são imposições da Natureza e, consequentemente,
devem e precisam ser respeitadas. Mas na adolescência,
essa insensatez não é compreendida, não é entendida,
a cidadania “precoce” (uma invenção perigosa),
infelizmente, facilita a eleição de maus políticos
e dos manipuladores da adolescência e juventude.
E assim percebemos a popularidade de um “aberrante”
partido político como é o Bloco de Esquerda e seu líder
trotskista Francisco Loucã, que não se cansa de
apregoar que é um partido diferente dos outros,
mas à medida que a geração da rebeldia sem ideias
e dos i-pood vai alargando o apoio político ao partido
a vaidade dos líderes do BE insufla como um balão
de ar quente!
Um partido sem projecção de futuro, que incentiva a
juventude á irresponsabilidade social, á
irresponsabilidade política, com despenalizações
ao consumo de drogas, despenalizações criminais, etc.…
É na verdade um partido de irreverência estéril.
Portanto seria mais prudente fazer o contrário
ou seja, elevar a idade mínima de voto para 21
anos, de modo a atribuir mais respeito à experiência
humana e maior responsabilidade para com o destino
do seu país.

Donnerstag, Februar 26, 2009

LEGALIZAÇÃO DA PROSTITUIÇÃO

Cada vez mais se fala sobre a legalização da prostituição,
é um tema a que os partidos políticos têm fugido, talvez
por falta de coragem politica, ou agarrados aos dogmas
do conservadorismo impirico, ou por questões religiosas.
A legalização da profissão será gerador de receitas e
emprego, e dará dignidade aos profissionais, que vivem á
margem da sociedade, e será sem duvida o reconhecimento
de um direito.
Legalizar este fenómeno da prostituição vai melhorar
a qualidade de vida destas mulheres e homens garantindo
a sua cobertura pela Segurança Social, um patamar de
dignidade mais alto e retira alguma da degradação e
decorrente sofrimento que decorre da sua actividade.
Na verdade, e em conclusão, ainda que legalizar a
prostituiçã feita dentro de estritos limites -
possa vir a contribuir para a qualidade de vida e
para a redução do sofrimento em que vivem as mulheres
e homens que trabalham nessa “indústria”, quer pela
simples saída do mundo da marginalidade e pelo
lançamento de redes sociais e sanitárias impossíveis
de lançar quando operam na plena ilegalidade.
Sempre haverá essa actividade e mantê-la à margem da
lei só serve para alimentar as máfias da emigração ilegal
que abundam pela Europa, a disseminação de doenças e
financiar outras actividades criminosas com os lucros
desta actividade ilegal. Deve ser legalizada, por muito
que a sua prática continue a ser considerada imoral e
reprovável, pelo conservadorismo, mas necessária numa
sociedade neo-católica sexualmente repressiva como a nossa.
Com a Legalização afasta-se a prostituição das ruas,
elimina-se a parasitagem, e quebra o laço entre droga
e prostituição. Por isso dignificar as mulheres que a
praticam e criar mecanismos que tragam essas mulheres
à superfície e lhes permitam reingressar no mundo do
trabalho e na sociedade.
A sociedade precisa de legalizar a prostituição, porque,
trará um grande benefício aos profissionais do sexo,
no tocante às mais diversas situações: a começar pela
saúde desses profissionais.

Não se trata aqui de fazer apologia à prostituição,
mas sim legalizar algo que está claramente á nossa vista.
Querer encobrir essa realidade, isso sim é fechar os olhos
para um problema social, que não só as grandes cidades
possuem, a legalização será um grande contributo para a
reforma da Segurança Social e para Finanças e será gerador
de milhares de empregos.

Montag, November 10, 2008

E AGORA OBAMA?

E agora Obama?
É este o sentimento de milhões de americanos
e não-americanos.Os EUA quiseram a diferença,
ganharam um presidente, perdem um líder.
Politicamente os EUA ficam mais fracos.
Barak Obama, vai ter uma série de problemas urgentes
para resolver, será Obama capaz para o cargo de
Presidente? Será que Obama vai acabar o mandato?
Terrorismo, será Obama capaz de resolver os problemas
como: o combate ao terrorismo, a guerra no Iraque,
a questão do Afeganistão?
A ameaça nuclear, sob o regime dos ayatollahs que
continuam a enriquecer urânio a um ritmo acelerado,
Obama deverá confrontar-se com uma decisão muito seria:
ou aceita o irão com armas nucleares, ou opta pela
acção militar.
Energia e ambiente, os Estados Unidos são o maior
poluidor mundial, consomem mais de 20 milhões de
barris de petróleo por dia. Doze milhões dos quais
são importados. Isto significa que num ano Washington
gasta 475 mil milhões de dólares do seu orçamento
só em combustível, muito do qual é comprado a países
que a Administração Americana classifica de suspeita.
Multilateralismo, a 12 de Setembro todo se dizia
americano, uma unanimidade que os atentados de 11
de Setembro criaram, mas, a que fotografias de
militares Americanos a humilhar prisioneiros em
Abu Ghraib e relatos de tortura em Guantamo, e a
guerra do Iraque puseram fim, depois do
unilateralismo de Bush, Obama tem como tarefa
recuperar a imagem e credibilidade dos EUA.
Economia, quando Bush tomou posse em Janeiro
de 2001, a economia Americana estava a
crescer, 3% ao ano e a divida nacional era de
6 biliões de dólares, hoje, ascende a 10 biliões,
e a economia esta ameaçada de recessão pela grave
crise que esta a afectar o sistema financeiro
mundial e já obrigou a Administração de Bush a
criar um plano de 700 milhões de dólares para
salvar os bancos da falência.
Segurança social, os EUA são o único país rico
e desenvolvido que não tem saúde gratuita e
universal para todos os seus cidadãos, 47 milhões
de Americanos não tem seguro de saúde o que
representa 16% da população. São estes os problemas
mais emergentes que os Americanos e nós desejamos
ver solucionados.

E agora Obama?

Mittwoch, Oktober 29, 2008

CRISE FINANCEIRA

Com as garantias dadas pelos Estados ao sistema
bancário, evitou-se um colapso mundial desse sistema,
que seria trágico. Mas a crise financeira continua,
atingindo todos os continentes ao mesmo tempo.
O crédito não secou completamente, mas tornou-se
difícil e caro. E,como seria inevitável, as perdas
financeiras brutais que já se registaram – e outras
ainda se irão registar – têm reflexos negativos em
muitas empresas fora do sector financeiro.
Tudo isto torna impossível que Portugal escape a
uma recessão em 2009. Somos uma pequena economia aberta
ao exterior e, por isso, não estamos ao abrigo da travagem
económica em curso.É certo que os nossos bancos não
compraram os tais produtos “tóxicos”, isto é, os novos e
sofisticados produtos financeiros que, afinal, se revelaram
nada valerem.Mas temos um problema: Portugal é um país
altamente endividado. Toda a gente deve dinheiro: o Estado,
as empresas, as famílias e os bancos, que têm de arranjar
dinheiro lá fora para emprestar no país.
Por isso, não vale a pena ter ilusões.
A crise do crédito vai afectar-nos seriamente.
Dá que pensar!

Mittwoch, März 19, 2008

"O PARADOXO"

O que se pede a um líder da Oposição é
que esteja pronto a governar em qualquer momento.
O PSD de Luís Filipe Menezes não pára de nos surpreender.
Desta vez, Menezes fez o favor de nos informar dizendo
que ainda não está preparado para governar o país.
Diz que vai estar, um dia destes, mas, aparentemente,
não sabe quando.(talvez nunca!)
Segundo o líder do PSD, Portugal vive,
mergulhado numa espécie de vazio -
um paradoxo, diz ele – que Menezes
promete preencher um dia destes.
Se foi a agência de comunicação por
si contratada que o aconselhou a ir por aqui,
Luís Filipe Menezes deve estar preocupado
porque dizer pior era difícil.Se há coisa que se
pede a um líder da Oposição é que esteja pronto
a governar em qualquer momento.Se o Governo
cair, é para ele que o Presidente da República olhará
em busca de alternativas.Imagine-se o que seria num
cenário destes – nunca de afastar – Menezes virar-se
para Cavaco e dizer-lhe: “ainda não estou preparado”.
O paradoxo é esse: quem não está preparado para ser
candidato a Primeiro-ministro nunca deveria
ter aceite liderar o PSD.
Seria um acto de coragem.

Donnerstag, November 29, 2007

OTA, ALCOCHETE, MONTIJO, PORTELA+1????

Quando estão em causa os maiores investimentos
publicos da década, pior, é impossivel!
Há interesses escondidos por todos os lados
e já não se vislumbra réstia de lógica nos critérios
que suportam as diferentes teses em jogo.
É escandalosa a forma como tem decorrido os
debates sobre o novo aeroporto.
Gastaram-se milhões em estudos e a obra, só não
avançou porque o país era pobre e não havia dinheiro.
Durão Barroso chegou mesmo a dizer que não avançaria
com a Ota enquanto houvesse pobres em Portugal.
Cada vez mais se encomendam mais estudos e se
gastam, mais milhões. Veio agbora o patrão da CIP
com um novo estudo a defender Alcochete –
um estudo que nunca ninguém conseguiu saber quem
pagou – e o Governo aceitou pedir mais um estudo,
desta vez ao LNEC, para tentar desempatar.
Mas agora vem uma Associação Empresarial do Norte
– mais patrões, portanto – acenar com um novo
estudo a defender a solução Portela/Montijo.
Dizem que se poupam milhões, enquanto vão
gastando milhões, e o português médio já percebeu
que está a ser enganado. Há lobbismo a mais
neste processo. Cheira Há interesses escondidos
por todos os lados. Qualquer que venha a ser a decisão
do Governo, ela está, cercada de suspeitas.
OS LOBIS AOS SEU MELHOR!

Montag, November 26, 2007

EUTANASIA

Quando a idade avança e se complicam as doenças,
a maior tentação é propor aos que sofrem uma ajuda divina. "como se alguma vez fosse possível viver sem sofrer"
A Eutanásia pode ser aquilo que nos pode dar alguma dignidade, na hora de deixar o lado de cá, e deve ser um direito . É, sobretudo nas sociedades do progresso e do bem-estar, que se verifica esta mentalidade – uma mentalidade de eficácia, sem considerar os doentes e os idosos um estorvo, ou um peso para a sociedade.
Então, quando a idade avança e se complicam as doenças, a medicina deve propor aos que sofrem uma ajuda envenenada que, clinicamente, se pode chamar “alívio do sofrimento”.
"Recentemente, Bento XVI pediu aos cientistas e médicos, aos enfermeiros e políticos que nunca cedam na tentação de abreviar a vida dos idosos e dos que sofrem porque a vida humana é um dom de Deus e o seu valor é imenso, independentemente da saúde ou falta dela."
É aqui que se inscrevem as leis da hipocrisia!
Na Europa, a Eutanásia já é permitida na Bélgica, Holanda e Suiça.

Donnerstag, November 08, 2007

CAPACIDADE POLITICA LIMITADA

Todos nós criticamos e reclamamos dos nossos governantes.
Criticam-se os Autarcas, Ministros, Primeiro-Ministro até ao
Presidente da Republica.
Mas não só o problema está em quem nos governa.
O problema está em todos nós.
Mas o que podemos esperar de um povo que dá um jeitinho
para conseguir um bom trabalho, um beneficio aqui e acolá,
desvalorizando o telento e elgendo a ignorãncia?
Um povo que aplaude um vencerdor do Big Brother, mas
nem sequer sabe o nome de um escritor Português?
Que respeito merece um povo que reelege uma Fatima
Felgueiras, um isaltino Morais, um Valentim Loureiro,
e vota num Francisco Louçã?
O problema politico em Portugal, não são os politicos.
Os politicos não se auto-elegem.
Somos nós que votamos neles.

E a nossa capacidade é tão limitada, que entregamos
os destinos do País e do Mundo a pessoas que nem
tão pouco são submetidas a um exame psicologico!

Montag, April 23, 2007

LÁ FORA E CÁ DENTRO

A loucura dos homens não é apenas uma questão do passado.
Habita o nosso mundo, o nosso tempo
e está aqui mesmo ao lado.
Uma afro-americana residente no bairro nova-iorquino do
Bronx desabafava, esta semana, aos microfones de uma
televisão norte-americana: "estávamos convencidos
de que o mundo estava a avançar, mas afinal estamos
num terrível retrocesso".Percebe-se o desânimo.
Acabava de ser confrontada com a notícia de que um oficial
alemão treinava a pontaria dos seus soldados
incentivando-os a imaginar que os alvos a abater
eram negros do Bronx.Pior, se é que nesta enormidade
ainda pode haver pior: não bastava acertar nos alvos,
era também preciso humilhá-los, insultando as vítimas
sempre mais e mais e com maior agressividade.
As imagens deste treino, onde é clara a identificação do
oficial responsável, apresentam 30 segundos de absoluta náusea.
Na Alemanha, deixaram o povo e os responsáveis em estado
de choque.O mundo ficou a saber, na semana em que se
celebrava o dia da memória das vítimas do Holocausto,
que, afinal, a loucura dos homens não é apenas uma
questão do passado. Habita o nosso mundo, o nosso
tempo e está aqui mesmo ao lado.
Em Portugal um partido que se diz nacionalista
resolveu dar a conhecer o seu cariz xenófobo.
Entre os seus apoiantes, contam-se skinheads que
se celebrizaram numa trágica caça ao negro em pleno Bairro Alto.
"As ideias não se apagam, discutem-se!",
Diz um novo cartaz do mesmo partido.
É caso para acrescentar:
E a barbárie não se discute...
Combate-se!

Montag, März 12, 2007

O ESTADO DO ESTADO

Cada vez mais Portugal manifesta sinais se um profundo retrocesso
civilizacional, muito por culpa de certas medidas governamentais
tomadas a cru e que nivelam para baixo a qualidade de vida do
povo português.Um dos casos gritantes é o encerramento de
900 escolas a que o governo procederá no próximo ano, a que
acrescem as quase 2000 escolas fechadas no ano passado.
A isto se juntam as creches e o fim das urgências médicas,
hospitais e maternidades, numa tentativa óbvia de poupar
desalmadamente, cortando os mais elementares direitos
inscritos dos cidadãos.Este Governo tem tido uma abordagem
muito desumana no tratamento do povo português.
Exemplos correntes de mortes por incompetência, falta
de macas, corrupção na comparticipação de medicamentos,
entre outros, são medidas tomadas a frio e cortes nos sectores
mais necessários á vida do povo português, que assiste a um
silencio sepulcral por parte do Ministro da Saúde.
Não se entendem cortes numa escola que custa que custa
alguns milhares de euros, quando se prometem obras
desnecessariamente faraónicas, como a OTA e TGV.
Quantas mais pessoas precisarão de falecer a caminho
do hospital para que este Governo abra os olhos?

Mittwoch, Januar 24, 2007

O ESTADO DA (IN)JUSTIÇA

“Para o cidadão comum, a justiça em Portugal
não é só lenta ineficaz e injusta….é também Estúpida”

Uma figura pública (Luisao do Benfica) foi condenada
a trabalho comunitário depois de ter sido apanhada a
conduzir embriagada, com um nível de álcool no sangue
três vezes superior ao permitido por lei.
Vai poder continuar a conduzir porque o juiz entendeu,
fazendo uma interpretação extensiva da lei, que esta
era a pena que melhor se coadunava ao caso, substituindo
a apreensão da carta de condução por um serviço em prol
da comunidade. Ao comum dos cidadãos, o ordenamento
jurídico reserva uns bons meses sem carta, caso a mesma
coisa lhe aconteça. Mas o juiz entendeu que, neste caso,
uma interpretação fazia sentido e que uma pena diferente
beneficiava a comunidade e a reabilitação do prevaricador. (?)

É precisamente neste mesmo ordenamento jurídico que
serviu de base para condenar a 6 anos de prisão um pai
– não lhe podemos chamar outra coisa –
que se recusa a entregar a filha ao pai biológico,
sem que antes lhe garantam qualquer intervenção
no futuro da criança só porque, 5 anos depois alguém
se lembrou de dizer que também existia. Neste caso que
nada tem a ver com o primeiro, naturalmente, o juiz do
processo já achou que qualquer interpretação era
desnecessária, desapropriada e inadvertida.
Que nenhum sentido fazia em condescender, conciliar,
procurar uma alternativa que, não ilibando o ilícito em
causa, o ajudasse a solucionar.
A lei era para aplicar.

Sonntag, Januar 21, 2007

HIPOCRISIA POLITICA DOS POLITICOS

É um clássico.
Sempre que é preciso ganhar votos ou ficar “bem” na fotografia,
são apontados dois alvos: vão aos mercados vender o seu peixe,
ou receber beijinhos de uma espécie em vias de extinção que são
as crianças do interior do país.
Mas depois da campanha, por terras que eles próprios
desconheciam, sentam-se cátedra do poder e arrumam
a bandeira da anti-interioridade de desertificação que tanto
agitaram e legislam em sentido contrário.
É exactamente o que esta a fazer José Sócrates,
á frente do Governo. De registo transmontano e juventude
beirã, o primeiro-ministro sempre tão orgulhoso do seu
distrito Castelo Branco, esqueceu rapidamente as origens.
Começou por fechar as escolas, maternidades e urgências,
em nome de melhores condições (e menos custos) para
alunos, grávidas e doentes.
E como se não bastasse, acaba de dar mais uma contribuição
para o atraso, já irremediável, do interior do país ao permitir
que o preço do gás fosse diferente conforme a região.
O que faz que no interior, ao contrario dos grandes centros
urbanos o preço gás é mais caro.
Tal como a electricidade é um bem essencial.
Permitir preços diferentes no país é muito mais que travar
o desenvolvimento. É tratar os cidadãos de forma desigual.
É discriminação.

Montag, Januar 15, 2007

ABORTO

O aborto não é nem pode ser um assunto religioso,
tão pouco um assunto político, é um assunto que diz
respeito a todos os homens e mulheres.
Isto porque ele põe em causa o primeiro dos direitos que
todos nós devemos ter, o direito de existir.
Os defensores da legalização, ou da interrupção voluntária
da gravidez, defendem que a única maneira de acabar com os
graves riscos do aborto clandestino é permitir-se que a mulher
possa abortar em melhores condições de segurança, ou seja,
num centro hospitalar devidamente preparado, pois não se trata
de defender o aborto, mas tão só de constatar a sua existência e
de diminuir as suas consequências existentes.
Á primeira vista parece que apenas um profundo sentido
humanitário levaria a esta opinião.
Contudo para podermos julgar uma medida, temos de o fazer
em função dos resultados que com ela já se obteve, e que dela
se poderá esperar ao ser implementada; de facto o que se quer
dizer é que para legislar em qualquer Estado, que minimamente
se preze, deve ter-se em conta o que já se fez nessa matéria.
No campo da liberalização do aborto com o fim de fazer decrescer
o aborto clandestino e daí os seus riscos, temos de olhar ás
estatísticas dos países que tomaram essa iniciativa, analisando
os anos em que o aborto não era permitido e os valores depois
da sua liberalização.