O relativismo está mesmo a dar cabo da Europa, da política
aos valores. O "status quo" é o que mais interessa aos líderes
europeus, mas não aos seus cidadãos.Não é normal o
acolhimento que foi dado a Barack Obama na sua viagem
à Europa. A multidão que, em Praga, ouviu o discurso do
Presidente norte-americano, ou as salas repletas de jornalistas
transformados em fãs, em Londres e Estrasburgo, levam-nos a
perguntar: o porquê de tanto entusiasmo à volta de um político
que é presidente de outro país que nem sempre tem interesses
coincidentes com os nossos?
É estranho que tal fenómeno pareça
normal a toda a gente. É o primeiro sinal da apatia e falta de
esperança com que há muitos anos se vive neste velho continente,
e nos EUA, onde a eleição de Barack Obama é a imagem de um povo
desesperado á espera de algo.Não é por acaso que velhos líderes
como Mário Soares se indignam com o facto de a Europa, da
esquerda à direita, não discutir sequer o facto de reeleger para
Presidente da Comissão o ex-liberal Durão Barroso.
Donnerstag, April 16, 2009
Mittwoch, April 08, 2009
CAVACO SILVA
Na actual conjuntura politica ninguém espera que
o Presidente da Republica seja apenas uma figura
decorativa do regime, que se limita a dar conselhos
de bom senso, com a desculpa de que não tem poderes
para mais. Para que nos serve um Presidente da
Republica num regime semi-presidencialista como o nosso?
A pergunta faz cada vez mais sentido, à medida que os
acontecimentos nos vão tornando descrentes das
instituições em que é suposto confiarem como garantes
da saúde do regime democrático.
Ao mais alto magistrado da nação exige-se que exerça as
suas funções com zelo e imaginação, para saber interpretar
os seus poderes de modo a que eles sejam úteis, como de
resto, fizeram os vários presidentes do regime democrático.
E não andar a fazer perseguições inúteis e desajustadas
como aquelas que tem feito ao governo.
Numa altura em que falha o entendimento institucional
entre partidos, em que a crise económica ameaça deixar o
país num estado lastimável e quando os principais
responsáveis da nossa justiça dão um triste espectáculo
ao país, deixando em todos a sensação de que a
independência da justiça é uma farsa, todos lamentam o
silêncio e a inoperância presidencial.
Mas, que esperar de Cavaco Silva?
Durante o legado de dez anos de Cavaco Silva, o chamado
“pai do betão” Portugal andou, sistematicamente,
para trás, o que provocou marcas no tecido social português.
Marcou a sua posição e ponto final.
Durante dez anos de legado entre 1885 e 1995, foram
anos bastante facilitados pela injecção de capital
jorrando pelas fronteiras adentro, o que fez com que
Cavaco Silva vivesse em estado de sítio. Cavaco Silva
foi mentor dum modelo económico agressivo de monetarismo
liberal com cariz demente.
Numa década conseguiu destruir o elo de confiança que ligava
o povo aos seus governantes, impondo políticas de
laboratório, tornando os portugueses em cobaias, lançando
cientistas sociais do calibre de Manuela Ferreira Leite,
a única Ministra da Educação a conseguir juntar dez mil
estudantes na Avenida 5 de Outubro a gritarem “PUTA” em
frente ao seu ministério.
Ele que fora o mentor do pagamento por conta, que é um
roubo institucional sobre rendimentos especulativos que
poderiam ou não, provir no futuro. A gestão partidária
de Cavaco Silva fora desastrosa, pois conseguiu quebrar
quase por completo a credibilidade do seu partido.
Alguém deve, urgentemente, explicar ao sr. Cavaco que
nem só de Estatuto dos Açores vive o país.
o Presidente da Republica seja apenas uma figura
decorativa do regime, que se limita a dar conselhos
de bom senso, com a desculpa de que não tem poderes
para mais. Para que nos serve um Presidente da
Republica num regime semi-presidencialista como o nosso?
A pergunta faz cada vez mais sentido, à medida que os
acontecimentos nos vão tornando descrentes das
instituições em que é suposto confiarem como garantes
da saúde do regime democrático.
Ao mais alto magistrado da nação exige-se que exerça as
suas funções com zelo e imaginação, para saber interpretar
os seus poderes de modo a que eles sejam úteis, como de
resto, fizeram os vários presidentes do regime democrático.
E não andar a fazer perseguições inúteis e desajustadas
como aquelas que tem feito ao governo.
Numa altura em que falha o entendimento institucional
entre partidos, em que a crise económica ameaça deixar o
país num estado lastimável e quando os principais
responsáveis da nossa justiça dão um triste espectáculo
ao país, deixando em todos a sensação de que a
independência da justiça é uma farsa, todos lamentam o
silêncio e a inoperância presidencial.
Mas, que esperar de Cavaco Silva?
Durante o legado de dez anos de Cavaco Silva, o chamado
“pai do betão” Portugal andou, sistematicamente,
para trás, o que provocou marcas no tecido social português.
Marcou a sua posição e ponto final.
Durante dez anos de legado entre 1885 e 1995, foram
anos bastante facilitados pela injecção de capital
jorrando pelas fronteiras adentro, o que fez com que
Cavaco Silva vivesse em estado de sítio. Cavaco Silva
foi mentor dum modelo económico agressivo de monetarismo
liberal com cariz demente.
Numa década conseguiu destruir o elo de confiança que ligava
o povo aos seus governantes, impondo políticas de
laboratório, tornando os portugueses em cobaias, lançando
cientistas sociais do calibre de Manuela Ferreira Leite,
a única Ministra da Educação a conseguir juntar dez mil
estudantes na Avenida 5 de Outubro a gritarem “PUTA” em
frente ao seu ministério.
Ele que fora o mentor do pagamento por conta, que é um
roubo institucional sobre rendimentos especulativos que
poderiam ou não, provir no futuro. A gestão partidária
de Cavaco Silva fora desastrosa, pois conseguiu quebrar
quase por completo a credibilidade do seu partido.
Alguém deve, urgentemente, explicar ao sr. Cavaco que
nem só de Estatuto dos Açores vive o país.
Sonntag, März 29, 2009
IDADE DE VOTO
…em país do Mundo algum, a Democracia tem como propósito,
igualar a opinião dos adultos com a opinião dos
adolescentes, como o Mundo tem vindo a assistir.
Porque afinal, colocar na mesma urna o voto de
um adolescente de 18,19,20 anos e o voto de um
adulto de 25, 30, ou 40 anos, não é democraticamente
correcto, não é Democracia, é insensatez e desrespeito
à vivência e à experiência humana. Devamos atender,
que a Democracia visa minimizar as diferenças sociais
e não as diferenças de idade. Porque diferenças de
idade são imposições da Natureza e, consequentemente,
devem e precisam ser respeitadas. Mas na adolescência,
essa insensatez não é compreendida, não é entendida,
a cidadania “precoce” (uma invenção perigosa),
infelizmente, facilita a eleição de maus políticos
e dos manipuladores da adolescência e juventude.
E assim percebemos a popularidade de um “aberrante”
partido político como é o Bloco de Esquerda e seu líder
trotskista Francisco Loucã, que não se cansa de
apregoar que é um partido diferente dos outros,
mas à medida que a geração da rebeldia sem ideias
e dos i-pood vai alargando o apoio político ao partido
a vaidade dos líderes do BE insufla como um balão
de ar quente!
Um partido sem projecção de futuro, que incentiva a
juventude á irresponsabilidade social, á
irresponsabilidade política, com despenalizações
ao consumo de drogas, despenalizações criminais, etc.…
É na verdade um partido de irreverência estéril.
Portanto seria mais prudente fazer o contrário
ou seja, elevar a idade mínima de voto para 21
anos, de modo a atribuir mais respeito à experiência
humana e maior responsabilidade para com o destino
do seu país.
igualar a opinião dos adultos com a opinião dos
adolescentes, como o Mundo tem vindo a assistir.
Porque afinal, colocar na mesma urna o voto de
um adolescente de 18,19,20 anos e o voto de um
adulto de 25, 30, ou 40 anos, não é democraticamente
correcto, não é Democracia, é insensatez e desrespeito
à vivência e à experiência humana. Devamos atender,
que a Democracia visa minimizar as diferenças sociais
e não as diferenças de idade. Porque diferenças de
idade são imposições da Natureza e, consequentemente,
devem e precisam ser respeitadas. Mas na adolescência,
essa insensatez não é compreendida, não é entendida,
a cidadania “precoce” (uma invenção perigosa),
infelizmente, facilita a eleição de maus políticos
e dos manipuladores da adolescência e juventude.
E assim percebemos a popularidade de um “aberrante”
partido político como é o Bloco de Esquerda e seu líder
trotskista Francisco Loucã, que não se cansa de
apregoar que é um partido diferente dos outros,
mas à medida que a geração da rebeldia sem ideias
e dos i-pood vai alargando o apoio político ao partido
a vaidade dos líderes do BE insufla como um balão
de ar quente!
Um partido sem projecção de futuro, que incentiva a
juventude á irresponsabilidade social, á
irresponsabilidade política, com despenalizações
ao consumo de drogas, despenalizações criminais, etc.…
É na verdade um partido de irreverência estéril.
Portanto seria mais prudente fazer o contrário
ou seja, elevar a idade mínima de voto para 21
anos, de modo a atribuir mais respeito à experiência
humana e maior responsabilidade para com o destino
do seu país.
Donnerstag, Februar 26, 2009
LEGALIZAÇÃO DA PROSTITUIÇÃO
Cada vez mais se fala sobre a legalização da prostituição,
é um tema a que os partidos políticos têm fugido, talvez
por falta de coragem politica, ou agarrados aos dogmas
do conservadorismo impirico, ou por questões religiosas.
A legalização da profissão será gerador de receitas e
emprego, e dará dignidade aos profissionais, que vivem á
margem da sociedade, e será sem duvida o reconhecimento
de um direito.
Legalizar este fenómeno da prostituição vai melhorar
a qualidade de vida destas mulheres e homens garantindo
a sua cobertura pela Segurança Social, um patamar de
dignidade mais alto e retira alguma da degradação e
decorrente sofrimento que decorre da sua actividade.
Na verdade, e em conclusão, ainda que legalizar a
prostituiçã feita dentro de estritos limites -
possa vir a contribuir para a qualidade de vida e
para a redução do sofrimento em que vivem as mulheres
e homens que trabalham nessa “indústria”, quer pela
simples saída do mundo da marginalidade e pelo
lançamento de redes sociais e sanitárias impossíveis
de lançar quando operam na plena ilegalidade.
Sempre haverá essa actividade e mantê-la à margem da
lei só serve para alimentar as máfias da emigração ilegal
que abundam pela Europa, a disseminação de doenças e
financiar outras actividades criminosas com os lucros
desta actividade ilegal. Deve ser legalizada, por muito
que a sua prática continue a ser considerada imoral e
reprovável, pelo conservadorismo, mas necessária numa
sociedade neo-católica sexualmente repressiva como a nossa.
Com a Legalização afasta-se a prostituição das ruas,
elimina-se a parasitagem, e quebra o laço entre droga
e prostituição. Por isso dignificar as mulheres que a
praticam e criar mecanismos que tragam essas mulheres
à superfície e lhes permitam reingressar no mundo do
trabalho e na sociedade.
A sociedade precisa de legalizar a prostituição, porque,
trará um grande benefício aos profissionais do sexo,
no tocante às mais diversas situações: a começar pela
saúde desses profissionais.
Não se trata aqui de fazer apologia à prostituição,
mas sim legalizar algo que está claramente á nossa vista.
Querer encobrir essa realidade, isso sim é fechar os olhos
para um problema social, que não só as grandes cidades
possuem, a legalização será um grande contributo para a
reforma da Segurança Social e para Finanças e será gerador
de milhares de empregos.
é um tema a que os partidos políticos têm fugido, talvez
por falta de coragem politica, ou agarrados aos dogmas
do conservadorismo impirico, ou por questões religiosas.
A legalização da profissão será gerador de receitas e
emprego, e dará dignidade aos profissionais, que vivem á
margem da sociedade, e será sem duvida o reconhecimento
de um direito.
Legalizar este fenómeno da prostituição vai melhorar
a qualidade de vida destas mulheres e homens garantindo
a sua cobertura pela Segurança Social, um patamar de
dignidade mais alto e retira alguma da degradação e
decorrente sofrimento que decorre da sua actividade.
Na verdade, e em conclusão, ainda que legalizar a
prostituiçã feita dentro de estritos limites -
possa vir a contribuir para a qualidade de vida e
para a redução do sofrimento em que vivem as mulheres
e homens que trabalham nessa “indústria”, quer pela
simples saída do mundo da marginalidade e pelo
lançamento de redes sociais e sanitárias impossíveis
de lançar quando operam na plena ilegalidade.
Sempre haverá essa actividade e mantê-la à margem da
lei só serve para alimentar as máfias da emigração ilegal
que abundam pela Europa, a disseminação de doenças e
financiar outras actividades criminosas com os lucros
desta actividade ilegal. Deve ser legalizada, por muito
que a sua prática continue a ser considerada imoral e
reprovável, pelo conservadorismo, mas necessária numa
sociedade neo-católica sexualmente repressiva como a nossa.
Com a Legalização afasta-se a prostituição das ruas,
elimina-se a parasitagem, e quebra o laço entre droga
e prostituição. Por isso dignificar as mulheres que a
praticam e criar mecanismos que tragam essas mulheres
à superfície e lhes permitam reingressar no mundo do
trabalho e na sociedade.
A sociedade precisa de legalizar a prostituição, porque,
trará um grande benefício aos profissionais do sexo,
no tocante às mais diversas situações: a começar pela
saúde desses profissionais.
Não se trata aqui de fazer apologia à prostituição,
mas sim legalizar algo que está claramente á nossa vista.
Querer encobrir essa realidade, isso sim é fechar os olhos
para um problema social, que não só as grandes cidades
possuem, a legalização será um grande contributo para a
reforma da Segurança Social e para Finanças e será gerador
de milhares de empregos.
Montag, November 10, 2008
E AGORA OBAMA?
E agora Obama?
É este o sentimento de milhões de americanos
e não-americanos.Os EUA quiseram a diferença,
ganharam um presidente, perdem um líder.
Politicamente os EUA ficam mais fracos.
Barak Obama, vai ter uma série de problemas urgentes
para resolver, será Obama capaz para o cargo de
Presidente? Será que Obama vai acabar o mandato?
Terrorismo, será Obama capaz de resolver os problemas
como: o combate ao terrorismo, a guerra no Iraque,
a questão do Afeganistão?
A ameaça nuclear, sob o regime dos ayatollahs que
continuam a enriquecer urânio a um ritmo acelerado,
Obama deverá confrontar-se com uma decisão muito seria:
ou aceita o irão com armas nucleares, ou opta pela
acção militar.
Energia e ambiente, os Estados Unidos são o maior
poluidor mundial, consomem mais de 20 milhões de
barris de petróleo por dia. Doze milhões dos quais
são importados. Isto significa que num ano Washington
gasta 475 mil milhões de dólares do seu orçamento
só em combustível, muito do qual é comprado a países
que a Administração Americana classifica de suspeita.
Multilateralismo, a 12 de Setembro todo se dizia
americano, uma unanimidade que os atentados de 11
de Setembro criaram, mas, a que fotografias de
militares Americanos a humilhar prisioneiros em
Abu Ghraib e relatos de tortura em Guantamo, e a
guerra do Iraque puseram fim, depois do
unilateralismo de Bush, Obama tem como tarefa
recuperar a imagem e credibilidade dos EUA.
Economia, quando Bush tomou posse em Janeiro
de 2001, a economia Americana estava a
crescer, 3% ao ano e a divida nacional era de
6 biliões de dólares, hoje, ascende a 10 biliões,
e a economia esta ameaçada de recessão pela grave
crise que esta a afectar o sistema financeiro
mundial e já obrigou a Administração de Bush a
criar um plano de 700 milhões de dólares para
salvar os bancos da falência.
Segurança social, os EUA são o único país rico
e desenvolvido que não tem saúde gratuita e
universal para todos os seus cidadãos, 47 milhões
de Americanos não tem seguro de saúde o que
representa 16% da população. São estes os problemas
mais emergentes que os Americanos e nós desejamos
ver solucionados.
E agora Obama?
É este o sentimento de milhões de americanos
e não-americanos.Os EUA quiseram a diferença,
ganharam um presidente, perdem um líder.
Politicamente os EUA ficam mais fracos.
Barak Obama, vai ter uma série de problemas urgentes
para resolver, será Obama capaz para o cargo de
Presidente? Será que Obama vai acabar o mandato?
Terrorismo, será Obama capaz de resolver os problemas
como: o combate ao terrorismo, a guerra no Iraque,
a questão do Afeganistão?
A ameaça nuclear, sob o regime dos ayatollahs que
continuam a enriquecer urânio a um ritmo acelerado,
Obama deverá confrontar-se com uma decisão muito seria:
ou aceita o irão com armas nucleares, ou opta pela
acção militar.
Energia e ambiente, os Estados Unidos são o maior
poluidor mundial, consomem mais de 20 milhões de
barris de petróleo por dia. Doze milhões dos quais
são importados. Isto significa que num ano Washington
gasta 475 mil milhões de dólares do seu orçamento
só em combustível, muito do qual é comprado a países
que a Administração Americana classifica de suspeita.
Multilateralismo, a 12 de Setembro todo se dizia
americano, uma unanimidade que os atentados de 11
de Setembro criaram, mas, a que fotografias de
militares Americanos a humilhar prisioneiros em
Abu Ghraib e relatos de tortura em Guantamo, e a
guerra do Iraque puseram fim, depois do
unilateralismo de Bush, Obama tem como tarefa
recuperar a imagem e credibilidade dos EUA.
Economia, quando Bush tomou posse em Janeiro
de 2001, a economia Americana estava a
crescer, 3% ao ano e a divida nacional era de
6 biliões de dólares, hoje, ascende a 10 biliões,
e a economia esta ameaçada de recessão pela grave
crise que esta a afectar o sistema financeiro
mundial e já obrigou a Administração de Bush a
criar um plano de 700 milhões de dólares para
salvar os bancos da falência.
Segurança social, os EUA são o único país rico
e desenvolvido que não tem saúde gratuita e
universal para todos os seus cidadãos, 47 milhões
de Americanos não tem seguro de saúde o que
representa 16% da população. São estes os problemas
mais emergentes que os Americanos e nós desejamos
ver solucionados.
E agora Obama?
Mittwoch, Oktober 29, 2008
CRISE FINANCEIRA
Com as garantias dadas pelos Estados ao sistema
bancário, evitou-se um colapso mundial desse sistema,
que seria trágico. Mas a crise financeira continua,
atingindo todos os continentes ao mesmo tempo.
O crédito não secou completamente, mas tornou-se
difícil e caro. E,como seria inevitável, as perdas
financeiras brutais que já se registaram – e outras
ainda se irão registar – têm reflexos negativos em
muitas empresas fora do sector financeiro.
Tudo isto torna impossível que Portugal escape a
uma recessão em 2009. Somos uma pequena economia aberta
ao exterior e, por isso, não estamos ao abrigo da travagem
económica em curso.É certo que os nossos bancos não
compraram os tais produtos “tóxicos”, isto é, os novos e
sofisticados produtos financeiros que, afinal, se revelaram
nada valerem.Mas temos um problema: Portugal é um país
altamente endividado. Toda a gente deve dinheiro: o Estado,
as empresas, as famílias e os bancos, que têm de arranjar
dinheiro lá fora para emprestar no país.
Por isso, não vale a pena ter ilusões.
A crise do crédito vai afectar-nos seriamente.
Dá que pensar!
bancário, evitou-se um colapso mundial desse sistema,
que seria trágico. Mas a crise financeira continua,
atingindo todos os continentes ao mesmo tempo.
O crédito não secou completamente, mas tornou-se
difícil e caro. E,como seria inevitável, as perdas
financeiras brutais que já se registaram – e outras
ainda se irão registar – têm reflexos negativos em
muitas empresas fora do sector financeiro.
Tudo isto torna impossível que Portugal escape a
uma recessão em 2009. Somos uma pequena economia aberta
ao exterior e, por isso, não estamos ao abrigo da travagem
económica em curso.É certo que os nossos bancos não
compraram os tais produtos “tóxicos”, isto é, os novos e
sofisticados produtos financeiros que, afinal, se revelaram
nada valerem.Mas temos um problema: Portugal é um país
altamente endividado. Toda a gente deve dinheiro: o Estado,
as empresas, as famílias e os bancos, que têm de arranjar
dinheiro lá fora para emprestar no país.
Por isso, não vale a pena ter ilusões.
A crise do crédito vai afectar-nos seriamente.
Dá que pensar!
Mittwoch, März 19, 2008
"O PARADOXO"
O que se pede a um líder da Oposição é
que esteja pronto a governar em qualquer momento.
O PSD de Luís Filipe Menezes não pára de nos surpreender.
Desta vez, Menezes fez o favor de nos informar dizendo
que ainda não está preparado para governar o país.
Diz que vai estar, um dia destes, mas, aparentemente,
não sabe quando.(talvez nunca!)
Segundo o líder do PSD, Portugal vive,
mergulhado numa espécie de vazio -
um paradoxo, diz ele – que Menezes
promete preencher um dia destes.
Se foi a agência de comunicação por
si contratada que o aconselhou a ir por aqui,
Luís Filipe Menezes deve estar preocupado
porque dizer pior era difícil.Se há coisa que se
pede a um líder da Oposição é que esteja pronto
a governar em qualquer momento.Se o Governo
cair, é para ele que o Presidente da República olhará
em busca de alternativas.Imagine-se o que seria num
cenário destes – nunca de afastar – Menezes virar-se
para Cavaco e dizer-lhe: “ainda não estou preparado”.
O paradoxo é esse: quem não está preparado para ser
candidato a Primeiro-ministro nunca deveria
ter aceite liderar o PSD.
Seria um acto de coragem.
que esteja pronto a governar em qualquer momento.
O PSD de Luís Filipe Menezes não pára de nos surpreender.
Desta vez, Menezes fez o favor de nos informar dizendo
que ainda não está preparado para governar o país.
Diz que vai estar, um dia destes, mas, aparentemente,
não sabe quando.(talvez nunca!)
Segundo o líder do PSD, Portugal vive,
mergulhado numa espécie de vazio -
um paradoxo, diz ele – que Menezes
promete preencher um dia destes.
Se foi a agência de comunicação por
si contratada que o aconselhou a ir por aqui,
Luís Filipe Menezes deve estar preocupado
porque dizer pior era difícil.Se há coisa que se
pede a um líder da Oposição é que esteja pronto
a governar em qualquer momento.Se o Governo
cair, é para ele que o Presidente da República olhará
em busca de alternativas.Imagine-se o que seria num
cenário destes – nunca de afastar – Menezes virar-se
para Cavaco e dizer-lhe: “ainda não estou preparado”.
O paradoxo é esse: quem não está preparado para ser
candidato a Primeiro-ministro nunca deveria
ter aceite liderar o PSD.
Seria um acto de coragem.
Donnerstag, November 29, 2007
OTA, ALCOCHETE, MONTIJO, PORTELA+1????
Quando estão em causa os maiores investimentos
publicos da década, pior, é impossivel!
Há interesses escondidos por todos os lados
e já não se vislumbra réstia de lógica nos critérios
que suportam as diferentes teses em jogo.
É escandalosa a forma como tem decorrido os
debates sobre o novo aeroporto.
Gastaram-se milhões em estudos e a obra, só não
avançou porque o país era pobre e não havia dinheiro.
Durão Barroso chegou mesmo a dizer que não avançaria
com a Ota enquanto houvesse pobres em Portugal.
Cada vez mais se encomendam mais estudos e se
gastam, mais milhões. Veio agbora o patrão da CIP
com um novo estudo a defender Alcochete –
um estudo que nunca ninguém conseguiu saber quem
pagou – e o Governo aceitou pedir mais um estudo,
desta vez ao LNEC, para tentar desempatar.
Mas agora vem uma Associação Empresarial do Norte
– mais patrões, portanto – acenar com um novo
estudo a defender a solução Portela/Montijo.
Dizem que se poupam milhões, enquanto vão
gastando milhões, e o português médio já percebeu
que está a ser enganado. Há lobbismo a mais
neste processo. Cheira Há interesses escondidos
por todos os lados. Qualquer que venha a ser a decisão
do Governo, ela está, cercada de suspeitas.
OS LOBIS AOS SEU MELHOR!
publicos da década, pior, é impossivel!
Há interesses escondidos por todos os lados
e já não se vislumbra réstia de lógica nos critérios
que suportam as diferentes teses em jogo.
É escandalosa a forma como tem decorrido os
debates sobre o novo aeroporto.
Gastaram-se milhões em estudos e a obra, só não
avançou porque o país era pobre e não havia dinheiro.
Durão Barroso chegou mesmo a dizer que não avançaria
com a Ota enquanto houvesse pobres em Portugal.
Cada vez mais se encomendam mais estudos e se
gastam, mais milhões. Veio agbora o patrão da CIP
com um novo estudo a defender Alcochete –
um estudo que nunca ninguém conseguiu saber quem
pagou – e o Governo aceitou pedir mais um estudo,
desta vez ao LNEC, para tentar desempatar.
Mas agora vem uma Associação Empresarial do Norte
– mais patrões, portanto – acenar com um novo
estudo a defender a solução Portela/Montijo.
Dizem que se poupam milhões, enquanto vão
gastando milhões, e o português médio já percebeu
que está a ser enganado. Há lobbismo a mais
neste processo. Cheira Há interesses escondidos
por todos os lados. Qualquer que venha a ser a decisão
do Governo, ela está, cercada de suspeitas.
OS LOBIS AOS SEU MELHOR!
Montag, November 26, 2007
EUTANASIA
Quando a idade avança e se complicam as doenças,
a maior tentação é propor aos que sofrem uma ajuda divina. "como se alguma vez fosse possível viver sem sofrer"
A Eutanásia pode ser aquilo que nos pode dar alguma dignidade, na hora de deixar o lado de cá, e deve ser um direito . É, sobretudo nas sociedades do progresso e do bem-estar, que se verifica esta mentalidade – uma mentalidade de eficácia, sem considerar os doentes e os idosos um estorvo, ou um peso para a sociedade.
Então, quando a idade avança e se complicam as doenças, a medicina deve propor aos que sofrem uma ajuda envenenada que, clinicamente, se pode chamar “alívio do sofrimento”.
"Recentemente, Bento XVI pediu aos cientistas e médicos, aos enfermeiros e políticos que nunca cedam na tentação de abreviar a vida dos idosos e dos que sofrem porque a vida humana é um dom de Deus e o seu valor é imenso, independentemente da saúde ou falta dela."
É aqui que se inscrevem as leis da hipocrisia!
Na Europa, a Eutanásia já é permitida na Bélgica, Holanda e Suiça.
a maior tentação é propor aos que sofrem uma ajuda divina. "como se alguma vez fosse possível viver sem sofrer"
A Eutanásia pode ser aquilo que nos pode dar alguma dignidade, na hora de deixar o lado de cá, e deve ser um direito . É, sobretudo nas sociedades do progresso e do bem-estar, que se verifica esta mentalidade – uma mentalidade de eficácia, sem considerar os doentes e os idosos um estorvo, ou um peso para a sociedade.
Então, quando a idade avança e se complicam as doenças, a medicina deve propor aos que sofrem uma ajuda envenenada que, clinicamente, se pode chamar “alívio do sofrimento”.
"Recentemente, Bento XVI pediu aos cientistas e médicos, aos enfermeiros e políticos que nunca cedam na tentação de abreviar a vida dos idosos e dos que sofrem porque a vida humana é um dom de Deus e o seu valor é imenso, independentemente da saúde ou falta dela."
É aqui que se inscrevem as leis da hipocrisia!
Na Europa, a Eutanásia já é permitida na Bélgica, Holanda e Suiça.
Donnerstag, November 08, 2007
CAPACIDADE POLITICA LIMITADA
Todos nós criticamos e reclamamos dos nossos governantes.
Criticam-se os Autarcas, Ministros, Primeiro-Ministro até ao
Presidente da Republica.
Mas não só o problema está em quem nos governa.
O problema está em todos nós.
Mas o que podemos esperar de um povo que dá um jeitinho
para conseguir um bom trabalho, um beneficio aqui e acolá,
desvalorizando o telento e elgendo a ignorãncia?
Um povo que aplaude um vencerdor do Big Brother, mas
nem sequer sabe o nome de um escritor Português?
Que respeito merece um povo que reelege uma Fatima
Felgueiras, um isaltino Morais, um Valentim Loureiro,
e vota num Francisco Louçã?
O problema politico em Portugal, não são os politicos.
Os politicos não se auto-elegem.
Somos nós que votamos neles.
E a nossa capacidade é tão limitada, que entregamos
os destinos do País e do Mundo a pessoas que nem
tão pouco são submetidas a um exame psicologico!
Criticam-se os Autarcas, Ministros, Primeiro-Ministro até ao
Presidente da Republica.
Mas não só o problema está em quem nos governa.
O problema está em todos nós.
Mas o que podemos esperar de um povo que dá um jeitinho
para conseguir um bom trabalho, um beneficio aqui e acolá,
desvalorizando o telento e elgendo a ignorãncia?
Um povo que aplaude um vencerdor do Big Brother, mas
nem sequer sabe o nome de um escritor Português?
Que respeito merece um povo que reelege uma Fatima
Felgueiras, um isaltino Morais, um Valentim Loureiro,
e vota num Francisco Louçã?
O problema politico em Portugal, não são os politicos.
Os politicos não se auto-elegem.
Somos nós que votamos neles.
E a nossa capacidade é tão limitada, que entregamos
os destinos do País e do Mundo a pessoas que nem
tão pouco são submetidas a um exame psicologico!
Montag, April 23, 2007
LÁ FORA E CÁ DENTRO
A loucura dos homens não é apenas uma questão do passado.
Habita o nosso mundo, o nosso tempo
e está aqui mesmo ao lado.
Uma afro-americana residente no bairro nova-iorquino do
Bronx desabafava, esta semana, aos microfones de uma
televisão norte-americana: "estávamos convencidos
de que o mundo estava a avançar, mas afinal estamos
num terrível retrocesso".Percebe-se o desânimo.
Acabava de ser confrontada com a notícia de que um oficial
alemão treinava a pontaria dos seus soldados
incentivando-os a imaginar que os alvos a abater
eram negros do Bronx.Pior, se é que nesta enormidade
ainda pode haver pior: não bastava acertar nos alvos,
era também preciso humilhá-los, insultando as vítimas
sempre mais e mais e com maior agressividade.
As imagens deste treino, onde é clara a identificação do
oficial responsável, apresentam 30 segundos de absoluta náusea.
Na Alemanha, deixaram o povo e os responsáveis em estado
de choque.O mundo ficou a saber, na semana em que se
celebrava o dia da memória das vítimas do Holocausto,
que, afinal, a loucura dos homens não é apenas uma
questão do passado. Habita o nosso mundo, o nosso
tempo e está aqui mesmo ao lado.
Em Portugal um partido que se diz nacionalista
resolveu dar a conhecer o seu cariz xenófobo.
Entre os seus apoiantes, contam-se skinheads que
se celebrizaram numa trágica caça ao negro em pleno Bairro Alto.
"As ideias não se apagam, discutem-se!",
Diz um novo cartaz do mesmo partido.
É caso para acrescentar:
E a barbárie não se discute...
Combate-se!
Habita o nosso mundo, o nosso tempo
e está aqui mesmo ao lado.
Uma afro-americana residente no bairro nova-iorquino do
Bronx desabafava, esta semana, aos microfones de uma
televisão norte-americana: "estávamos convencidos
de que o mundo estava a avançar, mas afinal estamos
num terrível retrocesso".Percebe-se o desânimo.
Acabava de ser confrontada com a notícia de que um oficial
alemão treinava a pontaria dos seus soldados
incentivando-os a imaginar que os alvos a abater
eram negros do Bronx.Pior, se é que nesta enormidade
ainda pode haver pior: não bastava acertar nos alvos,
era também preciso humilhá-los, insultando as vítimas
sempre mais e mais e com maior agressividade.
As imagens deste treino, onde é clara a identificação do
oficial responsável, apresentam 30 segundos de absoluta náusea.
Na Alemanha, deixaram o povo e os responsáveis em estado
de choque.O mundo ficou a saber, na semana em que se
celebrava o dia da memória das vítimas do Holocausto,
que, afinal, a loucura dos homens não é apenas uma
questão do passado. Habita o nosso mundo, o nosso
tempo e está aqui mesmo ao lado.
Em Portugal um partido que se diz nacionalista
resolveu dar a conhecer o seu cariz xenófobo.
Entre os seus apoiantes, contam-se skinheads que
se celebrizaram numa trágica caça ao negro em pleno Bairro Alto.
"As ideias não se apagam, discutem-se!",
Diz um novo cartaz do mesmo partido.
É caso para acrescentar:
E a barbárie não se discute...
Combate-se!
Montag, März 12, 2007
O ESTADO DO ESTADO
Cada vez mais Portugal manifesta sinais se um profundo retrocesso
civilizacional, muito por culpa de certas medidas governamentais
tomadas a cru e que nivelam para baixo a qualidade de vida do
povo português.Um dos casos gritantes é o encerramento de
900 escolas a que o governo procederá no próximo ano, a que
acrescem as quase 2000 escolas fechadas no ano passado.
A isto se juntam as creches e o fim das urgências médicas,
hospitais e maternidades, numa tentativa óbvia de poupar
desalmadamente, cortando os mais elementares direitos
inscritos dos cidadãos.Este Governo tem tido uma abordagem
muito desumana no tratamento do povo português.
Exemplos correntes de mortes por incompetência, falta
de macas, corrupção na comparticipação de medicamentos,
entre outros, são medidas tomadas a frio e cortes nos sectores
mais necessários á vida do povo português, que assiste a um
silencio sepulcral por parte do Ministro da Saúde.
Não se entendem cortes numa escola que custa que custa
alguns milhares de euros, quando se prometem obras
desnecessariamente faraónicas, como a OTA e TGV.
Quantas mais pessoas precisarão de falecer a caminho
do hospital para que este Governo abra os olhos?
civilizacional, muito por culpa de certas medidas governamentais
tomadas a cru e que nivelam para baixo a qualidade de vida do
povo português.Um dos casos gritantes é o encerramento de
900 escolas a que o governo procederá no próximo ano, a que
acrescem as quase 2000 escolas fechadas no ano passado.
A isto se juntam as creches e o fim das urgências médicas,
hospitais e maternidades, numa tentativa óbvia de poupar
desalmadamente, cortando os mais elementares direitos
inscritos dos cidadãos.Este Governo tem tido uma abordagem
muito desumana no tratamento do povo português.
Exemplos correntes de mortes por incompetência, falta
de macas, corrupção na comparticipação de medicamentos,
entre outros, são medidas tomadas a frio e cortes nos sectores
mais necessários á vida do povo português, que assiste a um
silencio sepulcral por parte do Ministro da Saúde.
Não se entendem cortes numa escola que custa que custa
alguns milhares de euros, quando se prometem obras
desnecessariamente faraónicas, como a OTA e TGV.
Quantas mais pessoas precisarão de falecer a caminho
do hospital para que este Governo abra os olhos?
Mittwoch, Januar 24, 2007
O ESTADO DA (IN)JUSTIÇA
“Para o cidadão comum, a justiça em Portugal
não é só lenta ineficaz e injusta….é também Estúpida”
Uma figura pública (Luisao do Benfica) foi condenada
a trabalho comunitário depois de ter sido apanhada a
conduzir embriagada, com um nível de álcool no sangue
três vezes superior ao permitido por lei.
Vai poder continuar a conduzir porque o juiz entendeu,
fazendo uma interpretação extensiva da lei, que esta
era a pena que melhor se coadunava ao caso, substituindo
a apreensão da carta de condução por um serviço em prol
da comunidade. Ao comum dos cidadãos, o ordenamento
jurídico reserva uns bons meses sem carta, caso a mesma
coisa lhe aconteça. Mas o juiz entendeu que, neste caso,
uma interpretação fazia sentido e que uma pena diferente
beneficiava a comunidade e a reabilitação do prevaricador. (?)
É precisamente neste mesmo ordenamento jurídico que
serviu de base para condenar a 6 anos de prisão um pai
– não lhe podemos chamar outra coisa –
que se recusa a entregar a filha ao pai biológico,
sem que antes lhe garantam qualquer intervenção
no futuro da criança só porque, 5 anos depois alguém
se lembrou de dizer que também existia. Neste caso que
nada tem a ver com o primeiro, naturalmente, o juiz do
processo já achou que qualquer interpretação era
desnecessária, desapropriada e inadvertida.
Que nenhum sentido fazia em condescender, conciliar,
procurar uma alternativa que, não ilibando o ilícito em
causa, o ajudasse a solucionar.
A lei era para aplicar.
não é só lenta ineficaz e injusta….é também Estúpida”
Uma figura pública (Luisao do Benfica) foi condenada
a trabalho comunitário depois de ter sido apanhada a
conduzir embriagada, com um nível de álcool no sangue
três vezes superior ao permitido por lei.
Vai poder continuar a conduzir porque o juiz entendeu,
fazendo uma interpretação extensiva da lei, que esta
era a pena que melhor se coadunava ao caso, substituindo
a apreensão da carta de condução por um serviço em prol
da comunidade. Ao comum dos cidadãos, o ordenamento
jurídico reserva uns bons meses sem carta, caso a mesma
coisa lhe aconteça. Mas o juiz entendeu que, neste caso,
uma interpretação fazia sentido e que uma pena diferente
beneficiava a comunidade e a reabilitação do prevaricador. (?)
É precisamente neste mesmo ordenamento jurídico que
serviu de base para condenar a 6 anos de prisão um pai
– não lhe podemos chamar outra coisa –
que se recusa a entregar a filha ao pai biológico,
sem que antes lhe garantam qualquer intervenção
no futuro da criança só porque, 5 anos depois alguém
se lembrou de dizer que também existia. Neste caso que
nada tem a ver com o primeiro, naturalmente, o juiz do
processo já achou que qualquer interpretação era
desnecessária, desapropriada e inadvertida.
Que nenhum sentido fazia em condescender, conciliar,
procurar uma alternativa que, não ilibando o ilícito em
causa, o ajudasse a solucionar.
A lei era para aplicar.
Sonntag, Januar 21, 2007
HIPOCRISIA POLITICA DOS POLITICOS
É um clássico.
Sempre que é preciso ganhar votos ou ficar “bem” na fotografia,
são apontados dois alvos: vão aos mercados vender o seu peixe,
ou receber beijinhos de uma espécie em vias de extinção que são
as crianças do interior do país.
Mas depois da campanha, por terras que eles próprios
desconheciam, sentam-se cátedra do poder e arrumam
a bandeira da anti-interioridade de desertificação que tanto
agitaram e legislam em sentido contrário.
É exactamente o que esta a fazer José Sócrates,
á frente do Governo. De registo transmontano e juventude
beirã, o primeiro-ministro sempre tão orgulhoso do seu
distrito Castelo Branco, esqueceu rapidamente as origens.
Começou por fechar as escolas, maternidades e urgências,
em nome de melhores condições (e menos custos) para
alunos, grávidas e doentes.
E como se não bastasse, acaba de dar mais uma contribuição
para o atraso, já irremediável, do interior do país ao permitir
que o preço do gás fosse diferente conforme a região.
O que faz que no interior, ao contrario dos grandes centros
urbanos o preço gás é mais caro.
Tal como a electricidade é um bem essencial.
Permitir preços diferentes no país é muito mais que travar
o desenvolvimento. É tratar os cidadãos de forma desigual.
É discriminação.
Sempre que é preciso ganhar votos ou ficar “bem” na fotografia,
são apontados dois alvos: vão aos mercados vender o seu peixe,
ou receber beijinhos de uma espécie em vias de extinção que são
as crianças do interior do país.
Mas depois da campanha, por terras que eles próprios
desconheciam, sentam-se cátedra do poder e arrumam
a bandeira da anti-interioridade de desertificação que tanto
agitaram e legislam em sentido contrário.
É exactamente o que esta a fazer José Sócrates,
á frente do Governo. De registo transmontano e juventude
beirã, o primeiro-ministro sempre tão orgulhoso do seu
distrito Castelo Branco, esqueceu rapidamente as origens.
Começou por fechar as escolas, maternidades e urgências,
em nome de melhores condições (e menos custos) para
alunos, grávidas e doentes.
E como se não bastasse, acaba de dar mais uma contribuição
para o atraso, já irremediável, do interior do país ao permitir
que o preço do gás fosse diferente conforme a região.
O que faz que no interior, ao contrario dos grandes centros
urbanos o preço gás é mais caro.
Tal como a electricidade é um bem essencial.
Permitir preços diferentes no país é muito mais que travar
o desenvolvimento. É tratar os cidadãos de forma desigual.
É discriminação.
Montag, Januar 15, 2007
ABORTO
O aborto não é nem pode ser um assunto religioso,
tão pouco um assunto político, é um assunto que diz
respeito a todos os homens e mulheres.
Isto porque ele põe em causa o primeiro dos direitos que
todos nós devemos ter, o direito de existir.
Os defensores da legalização, ou da interrupção voluntária
da gravidez, defendem que a única maneira de acabar com os
graves riscos do aborto clandestino é permitir-se que a mulher
possa abortar em melhores condições de segurança, ou seja,
num centro hospitalar devidamente preparado, pois não se trata
de defender o aborto, mas tão só de constatar a sua existência e
de diminuir as suas consequências existentes.
Á primeira vista parece que apenas um profundo sentido
humanitário levaria a esta opinião.
Contudo para podermos julgar uma medida, temos de o fazer
em função dos resultados que com ela já se obteve, e que dela
se poderá esperar ao ser implementada; de facto o que se quer
dizer é que para legislar em qualquer Estado, que minimamente
se preze, deve ter-se em conta o que já se fez nessa matéria.
No campo da liberalização do aborto com o fim de fazer decrescer
o aborto clandestino e daí os seus riscos, temos de olhar ás
estatísticas dos países que tomaram essa iniciativa, analisando
os anos em que o aborto não era permitido e os valores depois
da sua liberalização.
tão pouco um assunto político, é um assunto que diz
respeito a todos os homens e mulheres.
Isto porque ele põe em causa o primeiro dos direitos que
todos nós devemos ter, o direito de existir.
Os defensores da legalização, ou da interrupção voluntária
da gravidez, defendem que a única maneira de acabar com os
graves riscos do aborto clandestino é permitir-se que a mulher
possa abortar em melhores condições de segurança, ou seja,
num centro hospitalar devidamente preparado, pois não se trata
de defender o aborto, mas tão só de constatar a sua existência e
de diminuir as suas consequências existentes.
Á primeira vista parece que apenas um profundo sentido
humanitário levaria a esta opinião.
Contudo para podermos julgar uma medida, temos de o fazer
em função dos resultados que com ela já se obteve, e que dela
se poderá esperar ao ser implementada; de facto o que se quer
dizer é que para legislar em qualquer Estado, que minimamente
se preze, deve ter-se em conta o que já se fez nessa matéria.
No campo da liberalização do aborto com o fim de fazer decrescer
o aborto clandestino e daí os seus riscos, temos de olhar ás
estatísticas dos países que tomaram essa iniciativa, analisando
os anos em que o aborto não era permitido e os valores depois
da sua liberalização.
Montag, Dezember 25, 2006
VIVER A MORTE
A morte é uma característica essencial da humanidade,
mas não é a única que tem consciência da inevitabilidade
da morte. A sociedade actual desenvolveu níveis notórios
de progresso cientifico-tecnico, também ao nível da medicina
e da melhoria da qualidade de vida, que altera a própria vida
da humanidade. Daqui surgiu uma nova cultura, com um
quadro axiológico próprio, ao que lhe podemos chamar
pós-modernidade. Esta cultura não aceita a morte, que se
converteu num facto escamoteado e numa doença social.
Num passado recente, a morte ocorria em casa, onde o moribundo
passava os últimos dias, num ritual familiar e social, hoje, a pessoa
falece em instituições hospitalares, rodeada de uma panóplia de
maquinas e soluções medicas, mas na maior solidão.
O direito a uma morte digna pressupõe a inviolabilidade de
uma vida humana, traduzida na condenação ética e jurídica da
eutanásia, ainda que por compaixão e a pedido do doente, a supressão
de tratamentos fúteis e que causam grande sofrimento ao doente,
a necessidade de incrementação de cuidados
paliativos, que respeitam o processo de morte em curso e promovam a
qualidade de vida do doente.
mas não é a única que tem consciência da inevitabilidade
da morte. A sociedade actual desenvolveu níveis notórios
de progresso cientifico-tecnico, também ao nível da medicina
e da melhoria da qualidade de vida, que altera a própria vida
da humanidade. Daqui surgiu uma nova cultura, com um
quadro axiológico próprio, ao que lhe podemos chamar
pós-modernidade. Esta cultura não aceita a morte, que se
converteu num facto escamoteado e numa doença social.
Num passado recente, a morte ocorria em casa, onde o moribundo
passava os últimos dias, num ritual familiar e social, hoje, a pessoa
falece em instituições hospitalares, rodeada de uma panóplia de
maquinas e soluções medicas, mas na maior solidão.
O direito a uma morte digna pressupõe a inviolabilidade de
uma vida humana, traduzida na condenação ética e jurídica da
eutanásia, ainda que por compaixão e a pedido do doente, a supressão
de tratamentos fúteis e que causam grande sofrimento ao doente,
a necessidade de incrementação de cuidados
paliativos, que respeitam o processo de morte em curso e promovam a
qualidade de vida do doente.
Montag, Dezember 18, 2006
PINOCHET
Mais uma vez a historia perdeu a oprtunidade para se redimir.
A justiça uma boa causa para prevalecer.
Traido pelo coração, uma suprema ironia para quem nunca mostrou sentimentos, Augusto Pinochet morreu sem ser julgado, sem pagar pelos inumeros crimes que cometeu.
O milagre economico chileno vestiu-se de sangue durante anos a fio sem que a maioria das democracias ocidentais tenham mostrado o minimo de emoção. A hipocrisia foi ensurdecedora.
Á imagem de Milosevic, Pinochet é mais um criminos a desaparecer sem ser julgado. Quem será o proximo?
Bush? Blair? Putin?
Já reza a historia, quem espera, desespera!
A justiça uma boa causa para prevalecer.
Traido pelo coração, uma suprema ironia para quem nunca mostrou sentimentos, Augusto Pinochet morreu sem ser julgado, sem pagar pelos inumeros crimes que cometeu.
O milagre economico chileno vestiu-se de sangue durante anos a fio sem que a maioria das democracias ocidentais tenham mostrado o minimo de emoção. A hipocrisia foi ensurdecedora.
Á imagem de Milosevic, Pinochet é mais um criminos a desaparecer sem ser julgado. Quem será o proximo?
Bush? Blair? Putin?
Já reza a historia, quem espera, desespera!
Donnerstag, November 30, 2006
O PRINCIPIO DO FIM...
Elsa era uma miúda normal.
Uma adolescente, cheia de sangue na guelra, 15
anos espevitados, com ohos azuis, cabelo
de seda e um corpo a prometer pecado.
Na idade do tudo ou nada.
Gostava de ser olhada pelos rapazaes e sabia
que mesmo os homens mais velhos a miravam
na rua. Mas isso não a fazia sentir mal.
Um novo sentimento de feminilidade corria-lhe
nas veias, embora não sabia muito bem o que
isso era, mas Elsa já percebia como se
manifestava o desejo.
Mas, o pior, é que também aprendeu
que a frescura da pele dela pode ter um preço.
E esse valor pode render tudo e mais alguma coisa.
Pelo menos foi o que uma das melhores amigas
Rita lhe contou e que se quiser ir a umas festas
com uns sujeitos que ela conhece pode comprar
tudo o que desejar. Elsa, pensou muito nisso.
Já fumava e já bebia.
Achava os rapazes da idade dela um bocado
parvos, meteu-se num carro com um amigo da
Rita que lhe disse que ela era muito gira.
A Elsa foi presa numa noite.
A policia afirmou que Elsa se estava a prostituir.
A mãe da Elsa achou que foi só um mau passo.
O pai, esse, não acha nada.
Raramente vivia com elas.
Afinal de contas a mãe da Elsa engravidara cedo
e também tivera problemas.
O ciclo da pobreza repete-se,
de geração em geração.
E repete-se, em todos os cantos do país.
Uma adolescente, cheia de sangue na guelra, 15
anos espevitados, com ohos azuis, cabelo
de seda e um corpo a prometer pecado.
Na idade do tudo ou nada.
Gostava de ser olhada pelos rapazaes e sabia
que mesmo os homens mais velhos a miravam
na rua. Mas isso não a fazia sentir mal.
Um novo sentimento de feminilidade corria-lhe
nas veias, embora não sabia muito bem o que
isso era, mas Elsa já percebia como se
manifestava o desejo.
Mas, o pior, é que também aprendeu
que a frescura da pele dela pode ter um preço.
E esse valor pode render tudo e mais alguma coisa.
Pelo menos foi o que uma das melhores amigas
Rita lhe contou e que se quiser ir a umas festas
com uns sujeitos que ela conhece pode comprar
tudo o que desejar. Elsa, pensou muito nisso.
Já fumava e já bebia.
Achava os rapazes da idade dela um bocado
parvos, meteu-se num carro com um amigo da
Rita que lhe disse que ela era muito gira.
A Elsa foi presa numa noite.
A policia afirmou que Elsa se estava a prostituir.
A mãe da Elsa achou que foi só um mau passo.
O pai, esse, não acha nada.
Raramente vivia com elas.
Afinal de contas a mãe da Elsa engravidara cedo
e também tivera problemas.
O ciclo da pobreza repete-se,
de geração em geração.
E repete-se, em todos os cantos do país.
Dienstag, November 07, 2006
O FIM DA CRISE!
Há dias o Ministro Antonio Pinho decretou o fim da crise!
(Não disse foi para quem!)
Tamanho júbilo só na cabeça do Ministro!
A avaliar pelos exemplos seguintes, podemos constatar que o Ministro tem razão.
Santana Lopes é o novo acessor juridico da EDP, (pela mão de Antonio Mexia)
com um ordenado de 10.000 Euros/mes.
No dia 1 de Abril de 2002 o Juiz Branquinho Lobo fora sujeito a uma "junta médica" que
por força de uma doença do foro psiquiátrico, considerou a sua incapacidade para estar ao serviço do Estado o que foi determinante para a passagem á aposentação.
Por esse motivo o DR. Branquinho Lobo passou a auferir uma pensão de aposentação de 5.320.00 Euros/Mes.
Contudo por resolução proferida no dia 30 de Julho de 2004, o Conselho de Ministros do Governo de Santana Lopes nomeou o DR. Branquinho Lobo como Director Nacional da PSP.
Desde então, o DR. Branquinho Lobo acumula a sua pensão de aposentação por INCAPACIDADE com o vencimento de Director Nacional da PSP!!
A GALP tem vindo a ser um albergue de parasitas no que toca a incompetentes.
Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização
de 290.000 Euros em 2004, que entrara pela mão de Antonio Mexia e saiu de lá para a REFER,
quando Antonio Mexia passou a ser Ministro das Obras Públicas e Transportes.
O filho de Miguel Horte e Costa, recém licenciado entrou para lá aos 28 anos e a recerber 6.600 Euros/Mes.
Freitas do Amaral, foi consultor da empresa entre 2003 e 2005, por 6.350 Euros/Mes, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado!
Manuel Queiró do PP, era administrador da area do imobiliario, 8000 Euros/Mes.
Guido Albuquerque, cunhado de Morais Sarmento, foi sacado da ESSO para a GALP, custo:
17 anos de antiguidade, ordenado de 17.400 Euros/Mes e seguro de vida igual a 70 meses de ordenado.
Ferreira do Amaral, presidente do conselho de administração, era renumerado de forma simbolica,
3.000 Euros/Mes, pelas presenças. Pouco depois da nomeação passou a receber PPRs de 10.000 Euros/Mes, o que prefaz um ordenado "simbolico" de 13.000 Euros/Mes!
Mas há mais!
Antes sustentar as gasolineiras espanholas que estão no mercado que estes vampiros!
(Não disse foi para quem!)
Tamanho júbilo só na cabeça do Ministro!
A avaliar pelos exemplos seguintes, podemos constatar que o Ministro tem razão.
Santana Lopes é o novo acessor juridico da EDP, (pela mão de Antonio Mexia)
com um ordenado de 10.000 Euros/mes.
No dia 1 de Abril de 2002 o Juiz Branquinho Lobo fora sujeito a uma "junta médica" que
por força de uma doença do foro psiquiátrico, considerou a sua incapacidade para estar ao serviço do Estado o que foi determinante para a passagem á aposentação.
Por esse motivo o DR. Branquinho Lobo passou a auferir uma pensão de aposentação de 5.320.00 Euros/Mes.
Contudo por resolução proferida no dia 30 de Julho de 2004, o Conselho de Ministros do Governo de Santana Lopes nomeou o DR. Branquinho Lobo como Director Nacional da PSP.
Desde então, o DR. Branquinho Lobo acumula a sua pensão de aposentação por INCAPACIDADE com o vencimento de Director Nacional da PSP!!
A GALP tem vindo a ser um albergue de parasitas no que toca a incompetentes.
Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização
de 290.000 Euros em 2004, que entrara pela mão de Antonio Mexia e saiu de lá para a REFER,
quando Antonio Mexia passou a ser Ministro das Obras Públicas e Transportes.
O filho de Miguel Horte e Costa, recém licenciado entrou para lá aos 28 anos e a recerber 6.600 Euros/Mes.
Freitas do Amaral, foi consultor da empresa entre 2003 e 2005, por 6.350 Euros/Mes, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado!
Manuel Queiró do PP, era administrador da area do imobiliario, 8000 Euros/Mes.
Guido Albuquerque, cunhado de Morais Sarmento, foi sacado da ESSO para a GALP, custo:
17 anos de antiguidade, ordenado de 17.400 Euros/Mes e seguro de vida igual a 70 meses de ordenado.
Ferreira do Amaral, presidente do conselho de administração, era renumerado de forma simbolica,
3.000 Euros/Mes, pelas presenças. Pouco depois da nomeação passou a receber PPRs de 10.000 Euros/Mes, o que prefaz um ordenado "simbolico" de 13.000 Euros/Mes!
Mas há mais!
Antes sustentar as gasolineiras espanholas que estão no mercado que estes vampiros!
Freitag, Oktober 06, 2006
MUNDO DA MENTIRA
O terror e o medo espalham-se por todo o planeta a um ritmo confrangedor.
Recentemente foram anunciadas medidas, visando julgar ditadores e criminosos de guerra em varios continentes, acusados de crimes de genocidio e contra a Humanidade, relançando-se uma certa esperança na defesa do Direito Internacional.
Mas, esta realidade apenas oculta uma verdade.
A justiça contemporanea é executada pelos fortes e vencedores de uma Historia imoral e manchada de sangue.
Senão vejamos: quem julgará os responsaveis do desmantelamento e desmembramento da ex-Jugoslavia, quem julgará os culpados pelo genocidio dos povos Afegãos e Iraquianos, pela opressão bárbara contra o povo Palestiniano, pela ruina e FOME em Africa, pela violencia e o terror praticados nas ditaduras sul-americanas, pela situação caótica de corrupção e miseria no Leste Europeu e por todos os crimes praticados contra os povos impotentes e a igreja que através da inquisição praticou os crimes mais abjectos?
Bush, Blair, Barroso e comparsas obdientes continuam a sorrir, deambulando impunes e serenos da vida……….
Recentemente foram anunciadas medidas, visando julgar ditadores e criminosos de guerra em varios continentes, acusados de crimes de genocidio e contra a Humanidade, relançando-se uma certa esperança na defesa do Direito Internacional.
Mas, esta realidade apenas oculta uma verdade.
A justiça contemporanea é executada pelos fortes e vencedores de uma Historia imoral e manchada de sangue.
Senão vejamos: quem julgará os responsaveis do desmantelamento e desmembramento da ex-Jugoslavia, quem julgará os culpados pelo genocidio dos povos Afegãos e Iraquianos, pela opressão bárbara contra o povo Palestiniano, pela ruina e FOME em Africa, pela violencia e o terror praticados nas ditaduras sul-americanas, pela situação caótica de corrupção e miseria no Leste Europeu e por todos os crimes praticados contra os povos impotentes e a igreja que através da inquisição praticou os crimes mais abjectos?
Bush, Blair, Barroso e comparsas obdientes continuam a sorrir, deambulando impunes e serenos da vida……….
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