Freitag, Juli 22, 2011

O Estado da Igreja e a Não Existência de Deus

Para o mundo católico a cruz é um símbolo de culto, mas vendo as coisas de outra forma a cruz é um símbolo de tortura, ou seja, significa um homem ensanguentado à espera da morte.

A santidade e o puro “espírito”, eis pura mentira!

A religião é como um refúgio, é o maior e cada vez mais universal, amparo à fraqueza do homem.

O padre é necessariamente mentiroso por instinto.

A mentira mais frequente, é aquela que se diz a si próprio, porque mentir aos outros, é uma relativa excepção.

Chamam caminho da verdade, à ilusão.

A ilusão é usada pelo padre, à semelhança dos políticos, para que se torne num suave tempero para disfarçar o sabor amargo da vida. Os padres vivem enfermos da falta de estudo e falta de conhecimentos básicos adequados à realidade e ao mundo de hoje, no desempenho da função, mostrando uma total ignorância, total desrespeito, e total prepotência, para com os outros, como se fosse genético. Os padres, à imagem dos políticos, servem-se sempre das grandes palavras de moral, porque têem necessidade delas a cada instante. Mas nesta questão, os padres são mais astutos, compreendem perfeitamente a contradição existente, que encerra a ideia de uma convicção, ou seja, um hábito costume de mentir e enganar tudo e todos. Fez-se e continua a fazer-se, da realidade uma aparência, o que conduziu e conduz a um mundo completamente forjado, o da essência, da aparência, e apresenta-se como realidade. Os padres, bispos, cardeais etc., são os melhores embusteiros, visto mentirem inocentemente.

Mas quais as causas desse poder?

A imbecilidade, a imbecilidade do poder político e do poder religioso, têem uma força extraordinária, mas é essencial, não a subestimar. Porque e de acordo com a sabedoria dos loucos, a mãe dos imbecis está sempre grávida.

O que nos leva a crer, que a taxa de natalidade dos imbecis é superior à dos não imbecis.

Os maus ás vezes descansam, os imbecis nunca.

Os erros dos imbecis são tão colossais e difíceis de prever que só prejudicam os prudentes, e beneficiam os que os cometem.

A verdade é que conseguem viver em felicidade, nem que seja numa felicidade léopardiana, que consiste na prática, numa ausência de infelicidade, que tem o pressuposto a estupidificação sem qualquer infelicidade positiva. Os “intelectuais” encontram a sua felicidade onde os outros se passeiam nos labirintos, na dureza para consigo mesmo e desrespeito para com os outros, na tentação, o seu prazer está em vencer-se a si mesmo, entre eles o ascetismo considera-se natureza, necessidade e instinto.

O conhecimento é uma das formas do ascetismo, compõe a classe dos homens mais honrosa, embora isto não impeça que ao mesmo tempo seja a mais alegre e a mais amável, imperam, não porque queiram imperar, mas porque não são, ou seja, não possuem a liberdade de ser os segundos. Os segundos são o elemento executivo dos intelectuais, aquilo que lhes está mais próximo, o que lhes pertence, o que os descarrega de tudo quanto é grosseiro, abuso de poder no trabalho de reinar no seu séquito.

Por isso, não há nada de arbitrário, nada de fictício, o contrario é o artificial, é então que a natureza é desumana e destruidora.

A ordem e a regulamentação das classes, não regulam e não formulam senão as regras superiores da própria vida, a separação dos três tipos é necessária para conservar a sociedade, para tornar possíveis os tipos superiores e supremos. Por isso nos dias de hoje, ser ATEU é provocar grande polémica.